domingo, 19 de maio de 2013

SOZINHA EM CASA





Desliguei a televisão antes da meia noite. Fechei as cortinas, atirei as revistas que inutilmente tentei ler para me distrair em cima da mesa e preparei-me para ir dormir.

Aliás, dormir não era bem o termo certo. Rolar na cama seria mais apropriado. Há alguns dias meu sono impiedosamente havia me abandonado. Quando eventualmente eu conseguia cerrar os olhos, os sonhos mais tenebrosos invadiam minha mente.

Eu tinha perdido meu bebê há dez dias.

Depois uma gravidez muito esperada, na décima segunda semana tudo chegara ao fim e nenhum médico soubera me dizer o motivo. Voltei para casa com minha alma aos pedaços e escondi todas as roupinhas que já tinha comprado dentro de um baú. E nunca mais o abri novamente.

Meu marido não sabia do tamanho da minha dor e eu não pretendia me fazer de vítima para ninguém. Precisava manter minha aura de mulher forte e sofri em público durante dois dias. Depois, me fechei em mim mesma. Só eu poderia viver aquele tipo de sofrimento.

Eu estava sozinha em casa. Uma viagem a negócios de última hora fez com que meu marido pegasse um voo às sete horas da noite. Controlei o ímpeto de pedir para que ele ficasse, porém calei-me. De repente vi-me abandonada em um apartamento grande e subitamente vazio. Liguei a televisão no mais alto volume, acendi todas as luzes da casa. Minha mãe me ligou antes das dez horas da noite e perguntou como eu estava.

Tudo estava ótimo. Omiti que o vento lá fora me perturbava e que precisava tão somente de algumas horas de sono. Desliguei o telefone e assisti a quase duas horas de programas sem graça nenhuma. Troquei de canal a cada vez que aparecia um bebê na tela.

Por fim, cansei de tudo. Lentamente fui apagando todas as luzes do apartamento. Lá fora ainda ventava. A lua cheia iluminava meu quarto quando me escondi debaixo das cobertas pesadas. Senti um pouco de sono. Talvez conseguisse dormir algumas horas seguidas e acordar outra pessoa na manhã seguinte.

Foi aquele chorinho de bebê que me despertou exatamente às três horas da manhã. Até então eu dormia bem, sem sobressaltos e sem sonhos. Vi-me de olhos arregalados olhando para o teto. O luar ainda clareava meu quarto.

Silêncio.

Fiquei atenta para qualquer som diferente. Talvez alguma vizinha tivesse algum bebezinho novo ou fosse até mesmo um filhote de gato. O certo é que tudo estava silencioso. Lá de cima eu não escutava sequer o barulho de uma buzina. Não era nada. Acomodei-me novamente e fechei os olhos.

Aquele som.

Desta vez sentei-me na cama imediatamente. Havia alguém um bebê! – dentro da minha casa. Escutei de novo. Meus cabelos na nuca se arrepiaram todos. O choro parecia ser de alguma criança com poucos dias de vida. Estava próximo demais. Era pouco mais de três horas da madrugada e um bebê chorava na minha sala.

Joguei as cobertas para o lado e saí do meu quarto. Eu precisava atravessar o corredor para chegar até a sala e procurei o interruptor de luz. A princípio não acreditei que eu estava sem luz em casa. A única luminosidade vinha da lua e mesmo assim não resolvia muito. Fiquei tensa e meu coração disparou. Aquele corredor escuro não parecia muito convidativo para atravessar.

E o chorinho continuava.

Respirei fundo. Alguma coisa estava acontecendo naquele apartamento. Alguém estava brincando comigo. Senti medo, mas raiva também. Tateando as paredes caminhei de pés descalços e sem fazer qualquer ruído até a sala. Quando parei na entrada, o som cessou novamente.

Na semi-escuridão eu conseguia enxergar algumas coisas. O sofá, a mesa de jantar, as estantes, o lustre. A sala era grande. Alguém podia estar tentando se esconder atrás dos móveis ou das cortinas. Mas como alguém conseguiu escalar dez andares sem ser visto?

Tentei novamente o interruptor de luz e nada. A cortina se mexeu. Havia uma circulação de vento que entrava pela casa e fazia balançar meus cabelos. Será que era isso que sacudia a cortina também? Lembrei que eu guardava as velas dentro do balcão. Ajoelhei-me, procurando afobadamente por elas dentro do móvel. Quando as encontrei, acendi a maior de todas. Algo passou por trás de mim naquele momento. Dei um pulo e fiquei em pé, sufocando um grito.

Pus a vela a minha frente, tentando me defender de algum ataque. Contudo não havia ninguém. Ninguém que eu estivesse vendo. Ninguém desse mundo, pelo menos. Pois junto à janela havia um vulto. Uma mulher. E ela trazia algo nos braços.

Engoli em seco. Eu mal podia enxergá-la direito. Os cabelos compridos também se balançavam ao sabor do vento. O vestido longo não disfarçava a barriga de gravidez. No colo dela havia uma trouxinha. A mulher parecia estar segurando um boneco.

Engoli em seco. O bebê chorou.

– Quem é você? – perguntei em pânico.

Minha voz, no entanto, mal saiu. Eu sentia minhas pernas bambas, sem forças para dar um passo em direção à porta da frente. Queria pedir por socorro, mas certamente ninguém iria acreditar que eu estava vendo uma mulher na minha sala, grávida e segurando um bebê.

Mas e se fosse meu filho? Aquela mulher estava segurando meu filho nos braços. Sim, havia sido ela que roubara o bebê de mim e agora estava ali, na minha sala, zombando da minha cara.

– Devolva meu bebê.

Nada. Fui tomada de uma imensa raiva. Eu queria meu bebê de volta. A mulher o roubara de mim. Agora eu estava entendendo tudo. Uma alma de outro mundo levara meu filho e isso a medicina jamais conseguiria explicar.

– Eu quero meu bebê agora! – vociferei.

Sem saber como, avancei como uma leoa em direção à mulher, segurando a vela com força. À medida que me aproximava, a raiva também me consumia e era possível enxergar os traços da mulher que trazia meu bebê nos braços. Apenas poucos passos nos separavam agora. A criança começou a chorar mais alto e um forte vento entrou vindo de alguma janela escancarada. Coloquei a vela na mesa e estiquei meus braços para alcançar meu filho.

O grito que eu dei atravessou os mundos. A luz voltou de repente e vi-me frente a frente com uma mulher muito parecida comigo. Ela vestia um longo vestido branco até os pés, sujo de sangue. A dor que trazia nos seus olhos era muito parecida com aquela refletida pelo meu espelho todos os dias. Tentei pegar a criança dela, mas a mulher a segurou fortemente. Eu não podia enxergar o rostinho do bebê, uma fralda o encobria. Fiquei furiosa e atemorizada. Mas o bebê era meu e não iria deixá-lo fugir de mim novamente.

Entramos em luta corporal. Grudei-me nos cabelos dela, ao mesmo tempo em que ela parecia fazer o mesmo comigo. Apesar da luta, nem por um momento a mulher soltou a criança. Eu sentia o hálito fétido dela no meu rosto e um cheiro de queimado também. Meus gritos deveriam estar sendo ouvidos por toda a vizinhança. No prédio ao lado as luzes começaram a ser acesas.

Gritos que já não eram mais os meus se faziam ouvir no corredor do meu prédio, na porta do meu apartamento. Comecei a sentir calor e uma sensação de queimação. Mesmo assim não interrompi a luta. A mulher cravou as unhas podres no meu rosto e eu fiz o mesmo. Alguém meteu o pé na porta no exato momento que ela se voltou para a janela, sorriu diabolicamente e jogou o bebê dez andares para baixo. Fui salva um centésimo de segundo antes de me jogar atrás do meu filho.

*

Acordei-me dois dias depois deitada em uma cama de hospital. Estava com os braços enfaixados devido às queimaduras. Meu couro cabeludo doía. Um vizinho havia me agarrado pelos cabelos evitando que eu saltasse atrás do meu filho.

Meu filho?

Algumas cenas daquela noite pavorosa vieram a minha mente. E tudo começou a ficar claro. Eu surtara. Enxerguei um vulto que era eu mesma. Lutei contra mim na ânsia de trazer o bebê de volta. Nada daquilo havia acontecido. Minha mente produzira imagens. Eu havia enlouquecido por poucos minutos e quase havia me matado.

Meu marido se aproximou, abatido, da minha cama. Parecia que ele não dormia há muito tempo.
– Como você está? – ele perguntou, passando a mão nos meus cabelos.
– Bem – e era verdade. Desde que tinha perdido a criança, era a primeira vez que me sentia perto do meu normal.
– Bem mesmo?
– Claro, não estou mentindo.
– Por que você não contou que estava passando por problemas? – cobrou ele. – Eu não teria viajado aquela noite.
– Desculpe, meu amor... Não pensei que eu estivesse tão mal. Acho… que o estresse foi grande demais.
– O que aconteceu, afinal?

Contei toda a história sem omitir nenhum detalhe. Meu marido suspirou e pegou minhas mãos com força.

– Você quase botou fogo na casa. Em seguida quase se atirou pela janela. Se não fosse pelo vizinho do lado, você teria se jogado de dez andares. Isso não deve ficar assim. Você vai começar um tratamento psiquiátrico assim que sair do hospital.

Concordei imediatamente. Aquele episódio me dava calafrios. Jamais poderia imaginar que minha mente pudesse chegar tão longe. Jurei a mim mesma que pediria ajuda caso algo semelhante acontecesse outra vez.

Passei o resto do dia bem. Alimentei-me normalmente e distrai-me com a visita de amigos. Tentei ignorar a cara de espanto e algumas perguntas mais inconvenientes. No outro dia eu daria alta e já estava planejando uma curta viagem com meu marido. Era tudo o que eu precisava, disposta a iniciar uma nova vida.

A noite chegou e com ela meu sono. Depois de conversar algum tempo com meu marido, preparamo-nos ambos para dormir. Eu me sentia calma e sem dor. Para minha felicidade dormi quase imediatamente. Acordei-me às três horas da manhã com um choro de criança.

Sentei na cama, tal qual a outra noite. Só que desta vez foi pior. O pânico parecia mais real. Meu parceiro dormia ferrado e não escutou meus chamados. Lembrei-me que o quarto poderia estar localizado perto da maternidade e fiquei mais aliviada. Porém, como o choro persistia, resolvi levantar-me para tirar a dúvida.

Abri a porta do quarto. O posto das enfermeiras ficava um pouco afastado. O choro cessou. Definitivamente a maternidade não era naquele andar. No fim do corredor algo se mexeu. Fiquei com os olhos vidrados ao deparar-me com aquele vulto vindo em minha direção.

Ele trajava um manto negro e trazia uma foice na mão.

sábado, 18 de maio de 2013

AVISO AOS NAVEGANTES

Um aviso para você que anda deslumbrado com a vida: 

continue deslumbrado (a). 

Mas não perca o foco.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

RÁPIDO DEMAIS


FOI TÃO RÁPIDO...
      TÃO FRIO...
      TÃO VAZIO...

QUE ATÉ TENTEI SOFRER POR AMOR E NÃO CONSEGUI.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

VEGETO, LOGO NÃO AMO

E aí fiz um acordo comigo mesma. 
NÃO PENSAR.
Não penso, logo não sofro.
Não sofro, logo vegeto.
Vegeto, logo não amo.

Melhor assim.

SALVAÇÃO


Minha salvação é a minha arte, pois isso é o que vale de verdade. Quando todos vocês tiverem partido, minhas palavras ainda estarão comigo. E então... então eu jamais estarei sozinha.

domingo, 5 de maio de 2013

AS ESTRELAS ESTÃO CAINDO




Quando escutei o primeiro estrondo, ao longe, eu estava sentada em frente à TV. Achei que fosse uma trovoada e não me importei. O segundo veio em seguida. Bem mais perto. Talvez fosse alguma tempestade.

Não era.

Corri até a janela de onde eu avistava parte da minha grande cidade. E o que eu vi foi assustador. O grande meteoro – aquele mesmo que todas as redes de televisão noticiaram que iria cruzar os céus do planeta – vinha se aproximando velozmente. Por onde ele passava deixava cair pedras incandescentes. Muitos prédios em diversos pontos da cidade queimavam. O fogo caía do céu.

Seria o fim do mundo?

Outro barulho, agora quase ensurdecedor, e uma pedra enorme caiu três ruas à frente de onde eu morava. Um prédio de aproximadamente 20 andares começou a incendiar em uma velocidade alucinante. Ouvi gritos e choros desesperados. Buzinas. Os cachorros latiam. Fiquei por cerca de 3 segundos, os mais longos da minha vida, agarrada na cortina, acreditando que a qualquer momento eu seria acordada pelo barulho irritante do meu despertador.

A batida de dois ônibus na esquina, seguida de mais gritaria me arrancou do meu torpor. Precisava sair dali, do meu prédio, salvar minha família. Entrei em todos os quartos, sala, cozinha. Onde estariam meus irmãos e meus pais? Não havia ninguém em casa. Eu estava sozinha em um lugar que estava prestes a ser consumido pelas chamas.

Abri a porta do meu apartamento e me lancei escadas abaixo. Seriam oito andares de descida a mil quilômetros por hora, senão fossem minhas pernas que se recusavam a me obedecer. Por mais que eu tentasse correr, eu me movia à marcha lenta. Fiquei desesperada. Esperava encontrar alguns vizinhos passando pelo mesmo terror que eu. Mas somente eu estava lá, tentando descer aquelas escadas a passos de tartaruga. Apoiei-me nas paredes quando uma grande explosão, talvez ao lado de onde eu morava fez tudo balançar.

A luz apagou.

Fiquei no escuro total e entrei em desespero na hora. Tentei gritar por socorro, mas minha voz não saiu. Eu podia escutar gritos e choro vindos de algum lugar. O fim do mundo acontecia lá fora e eu continuava presa dentro do prédio. Para onde quer que eu fosse o caos me esperava.

De alguma forma consegui chegar ao andar térreo. Quando empurrei a porta corta-fogo para sair para o hall do edifício, caí no chão, atordoada. Não apareceu ninguém para me ajudar. Não havia ninguém.

Ainda sem forças para caminhar com a velocidade que eu desejava, saí do prédio e ganhei a rua. No asfalto vários buracos e escutei gritos horrendos de quem havia despencado lá dentro. Rachaduras haviam engolido carros inteiros. Árvores repousavam sobre cadáveres e o céu continuava sendo riscado por luzes brilhantes.
Caminhei alguns passos em direção a lugar nenhum. A visão era atordoante. Construções simplesmente haviam desabado e virado pó. Era difícil caminhar quando os obstáculos eram corpos. O pior de tudo era não saber onde estava minha família. Teriam caídos todos dentro de um buraco sem fundo e agonizavam esperando minha ajuda? Ou também haviam se transformado em partículas de poeira, a mesma que ofuscava o brilho do sol?

Em pânico, sentei no meio fio da calçada ou do que havia restado dela. Sentia sede, desespero, frio. O fim do mundo começara com uma chuva de meteoros. Para meu azar, eu restara viva. Lembrei da profecia, a terrível profecia:

“As estrelas irão cair e dos escombros surgirá o Salvador, a quem caberá iniciar um Novo Mundo.”

Era mais ou menos isso. Havia lido alguma coisa há um tempo, contudo nem me importei na época. Mas agora, enquanto olhava em volta e somente encontrava corpos aos pedaços atirados por todos os lados, pensei na hipótese de que o Salvador pudesse ser eu.

Que honra. Por onde começar? Deus, e agora?

Um clarão vindo do céu me fez olhar para cima. A luminosidade era tamanha que nem mesmo as partículas de poeira foram o suficiente para afastá-las. Eu mesma mal podia fixar a visão. Tentei proteger meus olhos enquanto um disco voador lentamente aterrissava onde um prédio de 30 andares havia virado sucata, há poucos metros de mim. Luzes brilhantes e multicoloridas piscavam ao redor da nave, imensa e prateada. A visão era fascinante. Pensei em levantar e fugir, mas meus pés ficaram colados no chão.

Sem pressa, como nos filmes de ficção, a porta do disco voador foi se abrindo. Fiquei esperando que saíssem criaturas com três olhos e cabeças enormes, braços longos e pernas mais ainda. No entanto, nada aconteceu. Somente o silêncio imperava na minha cidade devastada.

Uma luz prateada com pontos dourados era a única coisa que saía da nave. Levantei-me. Mesmo sem ter forças, fui em direção ao disco, atraída por alguma força magnética. Tentei me segurar em alguma coisa, eu não queria ir para lá. Mas o magnetismo era maior. Minhas pernas se moviam por conta própria. Pela primeira vez eu consegui berrar, porém meus gritos não causaram efeito nenhum. Não havia sobreviventes na Terra. Eu era a Profecia. E a única coisa que eu queria era a minha vida de volta. Aquela mesma que eu reclamava todos os dias, o chefe chato, o colega fofoqueiro, o irmão pentelho.

A luz me puxava com força e eu me debatia. Subitamente me vi muito perto da entrada e mãos fortes me empurraram para o interior da nave. A porta se fechou com um estrondo terrível e eu percebi que o disco começou a se mover para cima, em linha reta.

Cobri minha cabeça com as mãos, com o rosto enterrado no piso frio. Uma campainha intermitente começou a tocar, ferindo meus ouvidos. Senti-me sacudida e virada para cima. Não queria abrir meus olhos. Eu não queria ficar frente a frente com os alienígenas.

De repente me vi encarando o irmão pentelho. O despertador tocava enlouquecido. Na sala, som de vozes. Na rua, lá embaixo, o barulho normal de trânsito. Nada de meteoros, fogo e disco voadores.

Um sonho de dimensões gigantescas.

− Tem algum prédio incendiando lá fora?
− Não.
− E nenhuma nave pousou aqui na frente?
− Até agora não – meu irmão me olhava como se eu tivesse bebido algo alucinógeno.

Suspirei aliviada. Meu sonho poderia render um filme, não é mesmo?

quinta-feira, 28 de março de 2013

ROSANA, CAROL E GIBA (parte 2)


Rosana deu um puxão no braço de Giba e praticamente o arrastou até o seu quarto.
Quando a porta se fechou, ele disse, ligeiramente aborrecido:
− Chame sua amiga para cá.
− Primeiro eu. Fui eu quem fiz o convite.

Giba se viu empurrado para cima da cama e Rosana logo o montou como a potranca que era. Imediatamente ela arrancou a mini blusa que vestia e os peitos saltaram como dois melões no rosto do rapaz. Rosana debruçou-se sobre Giba e praticamente o fez engolir um dos seios.
− Me chupa, gostoso. Chupa meu peitinho, vai... assim...

Ele bem que tentou, mas quase se sufocou com o tamanho do peito da Rosana. Imaginava Carol do lado de fora, toda pequenina e doce. E Rosana não parava. As mãos dela começaram a forçar a bermuda dele para baixo, ao mesmo tempo em que ela se esfregava por ele todo. Logo sentiu os dedos dela por dentro da cueca, vasculhando, procurando, ansiosos por agarrar seu pau.
− Cadê seu pauzão, meu gostoso? – murmurava ela, junto ao ouvido do Giba, soterrado por aquele peitão. – Vem me fazer feliz... mete na minha bucetinha, vai...

Finalmente Rosana se cansou de fazer com que ele tentasse lhe chupar os seios. Descendo com a língua pelo corpo dele, a garota chegou até a linha do quadril e com um puxão, desceu a bermuda dele até o meio das coxas. Giba achou que em breve seria estuprado por aquela vaca.
− Mas é só isso?

A pergunta foi feita em tom de frustração total. Giba continuava inerte. Rosana olhou para o pau completamente mortinho da silva, sem poder acreditar no que via. Onde estava todo aquele conteúdo?

A fama de Giba de ser “o” comedor poderia estar indo para o ralo naquele momento. Certamente aquela vagabunda ia chegar na escola no outro dia e espalharia que ele era brocha. Talvez tivesse que se mudar por causa daquilo. E a Luana lhe daria um belo chute na bunda.

A porta se abriu de repente. Rosana e Giba se depararam com Carol, completamente nua, os cabelos loiros e macios caindo sobre os seios. Uma sereia.
− Sai daqui, Carolina – mandou Rosana, furiosa. − Não terminei o servicinho aqui.

Com alguma força, Giba se levantou bruscamente, empurrando Rosana para o lado. Estatelada no chão e boquiaberta, ela viu quando Giba, com o pau ganhando força finalmente, pegou Carol pelos cabelos e a pôs inclinada na penteadeira.

Sem pedir licença, Giba meteu o pau direto no cuzinho da Carol e que já fora bem arrombado pelo Carlinhos umas quantas vezes. Sem cuspe e sem gelzinho, Carol sentiu o pau do Giba, seu grande amor, lhe rasgando de alto a baixo. Era uma delícia, tudo o que sempre sonhara. Quanto mais ele puxava seus cabelos para trás, mais ela gemia e berrava. E muito mais ele socava.
− Me bate! Bate na minha bunda, seu gostoso!

E Giba bateu. Nem uma ou duas vezes. Ele bateu várias, muitas vezes. A bunda branca de Carol já estava vermelha e o cu arrombado quando Giba finalmente a soltou. Mas nenhum dos dois estava satisfeito ainda. Furiosa, Rosana mal pôde acreditar quando Giba deitou a amiga na sua própria cama e abriu as pernas dela com força. Com a cara enfiada na buceta da Carol, Giba chupou seu grelhinho até que ela berrasse de tesão. O prédio todo devia estar escutando aquela putaria toda.
− Mete na minha buceta – berrou Carol, descontrolada. – Me fode todinha agora!

Giba jogou-se sobre ela e caiu de boca nos seios branquinhos. Carol sentiu o pau de Giba encostando na buceta, brincando nos lábios, preparando a grande entrada. E de repente ela soltou um grito ainda maior. O garoto enfiou o caralho direto, sem escalas, na xoxota apertadinha de Carol. E quanto mais ela berrava, mais ele metia, mais Rosana queria participar.

Porém, antes que Giba gozasse na buceta da Carol, ele se afastou dela. Sentou na cama e puxou Rosana em direção ao pau, dizendo:
− Chupa, cadela. Chupa que eu vou gozar na tua boca.

Tudo menos aquilo, pensou Rosana. Foi tudo muito rápido. De repente ela estava com a boca no pau do Giba e – que nojo – tinha gosto e cheiro de buceta. Ela não queria chupar, não queria engolir. Mas o rapaz parecia estar louco. Ele segurava fortemente a cabeça de Rosana e ela não conseguia se desvencilhar. A saia dela foi levantada, revelando a bunda. Alguém − devia ser Carol − começou a bolinar seu cu.

Ela odiou. Não queria dedo nenhum no seu rabo, muito menos chupar o pau nojento do Giba. Mas nenhum dos dois parava, por mais que ela se retorcesse. Era quase um estupro.

Enquanto sua bunda estava completamente arregaçada, Giba começou a gemer mais forte. Ele ia gozar. Rosana tentou se soltar, mas ele a segurou com mais força. A porra ia jorrar na sua boca e ela não conseguiria escapar.

E a coisa veio. Entrou pela boca, saiu pelo nariz, pegou nos olho, no queixo, escorreu pelo pescoço. Rosana quase vomitou no chão do quarto, já nem mais sabia se alguém metia no seu cu ou não. O quarto ficou em silêncio por alguns instantes. Giba jazia exausto em cima da cama. Ela, Rosana, deitada no chão, controlava a náusea, se limpando com a barra da colcha. Carol, encostada no guarda-roupa, se masturbava violentamente. Quando gozou foi aos berros, de novo.

Quinze minutos depois Giba conseguiu se levantar. Com as pernas bambas foi até o banheiro, se lavou e voltou para o quarto. As duas meninas continuavam quase na mesma posição. Giba se vestiu, calçou os tênis, arrumou os cabelos no espelho. E disse:
− Foi um prazer, garotas. Agora vou lá ver a Luana.
                
Rosana e Carol ficaram mudas enquanto Giba ia embora, satisfeito e feliz. Ainda controlando o enjôo, Rosana olhou para Carol.
− Foi bom pra você?

domingo, 24 de março de 2013

ROSANA, CAROL E GIBA (parte 1)


− Acho que ele é bem dotado.
− Por que você acha isso?
− Pelo volume das calças dele. Olha bem.

Carol disfarçou e mirou seus doces olhos azuis para o outro lado da quadra. Giba, 18 anos, aluno do último ano, o mais popular e disputado pelas garotas. Sim, havia alguma coisa no meio das pernas dele que se destacava. Mas, tímida que era, nunca tinha focado seu olhar naquela direção.
− Será?

Rosana. 17 anos. Não era das mais bonitas, contudo adorava um pau. A fama de vadia chegava primeiro que ela. Já tinha trepado com metade da escola e alguns professores. Menos com o Giba.

Carol. 17 anos. A fama de que era virgem tinha diminuído um pouco depois que tinha namorado por um mês o nerd do Carlinhos. Diferentemente da sua amiga puta, Carol era uma princesa.
− Claro que é – os olhos de Rosana lançavam faíscas enquanto ela estudava a anatomia do Giba. Nunca havia dado pra ele.

Era nítido para Carol que Rosana já havia escolhido seu novo alvo. Mas com Giba seria complicado. Ele namorava a Luana, a menina mais bonita da escola. Abraços e chamegos eram comuns durante o recreio. Mas naquele dia Luana havia faltado à escola e o Giba… bem, esse estava se galinhando para todas que passavam por perto.
− Você vai fazer o quê? – Carol perguntou quando Rosana ficou subitamente em pé.
− O que você acha? Vou até lá − Decidida, Rosana levantou-se e se encaminhou na direção do Giba.

Ele conversava com dois amigos quando algo lhe chamou a atenção. Há poucos metros, sem muita discrição, aquela garota nariguda do segundo ano lhe chamava. Já havia escutado alguma coisa sobre ela, mas a moça lhe era tão insignificante que não perdeu seu tempo com isso. E agora a sem graça estava ali, chamando-lhe.

Sem muita vontade, Giba resolveu ver o que ela queria. Os dois se postaram frente a frente, estrategicamente afastados dos ouvidos humanos. Todo o pátio da escola estava com os olhos grudados nos dois.
− E aí? O que você quer?
− Tenho uma proposta. Quer ouvir?
− Proposta? Que proposta? – Giba não estava entendendo muita coisa.
− Vou estar sozinha esta tarde em casa. Quer dar uma passadinha lá?

A princípio Giba não respondeu, em dúvida. Aquela louca estaria lhe fazendo um convite? Era sexo o que ela queria?
− Pra quê?
− Para me comer. Fui clara ou vou ter que ser mais explícita?

Imediatamente Giba lembrou que podia barganhar. Deu uma olhada de alto a baixo na garota. Era a legítima Raimunda. Feia de cara, mas boa de bunda. Até que podia ser legal se…
− Leva sua amiga junto.
− Qual?
− Aquela que anda sempre junto com você.
− A Carol?
− Sei lá. A loura.

Rosana não gostou muito da contraproposta. Bem, depois daria um jeito de despachar Carol e ficar só com ele.
− Tudo bem. Eu a levo.
− Ok. Onde você mora?
                
Menos de cinco minutos depois, Rosana retornou para onde estava Carol. Ao sentar ao lado da amiga, informou, triunfantemente:
− Deu certo!
− Deu certo o quê? Vocês não ficaram nem um minuto conversando.
− Ele vai na minha casa hoje.
− Não acredito! – Carol encarou a amiga, com os olhos arregalados. – Mas como você conseguiu que ele aceitasse tão rápido?
− Ele pediu para que eu levasse você junto.

*

Carol sabia por que tinha aceitado tão rápido participar daquela loucura. Era apaixonada loucamente pelo Giba desde sempre. E desde sempre esperara por uma oportunidade daquelas. Quando ele começou a namorar a Luana, ficara inconsolável. E agora, com aquela enorme chance (talvez do tamanho do pau dele), Carol poderia mostrar para o seu amor tudo o que Carlinhos lhe ensinara naquelas longas tardes de domingo do seu breve namorico.       
      
Pontualmente às três horas da tarde o Giba apertou a campainha do apartamento de Rosana. Vestindo uma saia muito curta e que salientava seu belo rabo, Rosana foi abrir a porta, já sentindo a calcinha umedecer. Carol, sentada no sofá, era a imagem do recato.

Giba entrou, vestindo um bermudão e uma camiseta. Lindo, acharam as duas. Mas a coisa não começou bem. Ele mal olhou para a cara da Rosana. E o pior. Só cumprimentou a Carol.
− E aí, Carol? Tudo bem?
− Tudo ótimo – miou ela, para ciúme de Rosana.

Os três ficaram parados sem dizer nada. Para quebrar o gelo, Rosana se aproximou dele e passou a mão nas suas costas. Na voz, o convite:
− Quer conhecer meu quarto?

Ele olhou de soslaio para Carol, que continuava sentada no sofá.
− Eu… claro.
− Então vem.

... continua ...

sábado, 9 de março de 2013

LUANA


Luana era loira, popular e linda. Não havia quem não se encantasse por aqueles brilhantes olhos verdes. E não havia homem que não fosse igualmente encantado por ela. Porém, a bela Luana guardava um terrível segredo. Um segredo que lhe consumia todo seu ser.

Era virgem.

Aquilo a afetava profundamente. Aos 22 anos, Luana nunca havia transado com homem nenhum. Suas amigas eram experts no sexo. Ela, uma inocente. Mentia sim que transava muito. Criava histórias, situações, pessoas. A riqueza de detalhes era tanto que Luana quase chegava a acreditar nas suas mentiras. E, à medida que o tempo passava, cada vez mais ficava difícil conhecer alguém que lhe tirasse o cabaço de vez.

Para início de conversa, não podia ser nenhum conhecido. Qualquer homem do seu círculo de amizades que a inaugurasse, colocaria seu hímen destroçado em um mastro e acenaria em praça pública. E todos descobririam, finalmente, seu terrível e monstruoso segredo. Não, não podia ser ninguém do seu bairro. Nem amigo do amigo do amigo. Sua primeira e tão esperada vez teria que ser com um desconhecido. Mesmo que isso significasse uma série de perigos.

Mas Luana estava disposta a tudo. E elaborou uma meta. Em 30 dias sua virgindade iria para o espaço. Em um mês seria uma mulher como qualquer outra. Faria sexo com alguém. Com qualquer alguém que a comesse e desaparecesse da sua vida para sempre.

O próximo passo foi se cadastrar em um site de encontros. Não foi difícil para Luana escolher seus pretendentes sexuais. As fotos que postou fizeram sucesso, mas os candidatos não eram grande coisa. Durante 15 dias Luana se dedicou a tentar descobrir quem poderia ser seu primeiro macho. Trocou mensagens com uns e outros, mas estava bem complicado. Nenhum parecia ser o cara certo para lhe comer e acabar com aquele pesadelo sem fim.

Até que Luana viu a foto do Marcelo. Ele não a havia procurado. Pelo contrário, quando a garota enxergou a foto dele, imediatamente foi atrás. O tal Marcelo custou um pouco a responder, tipo uns dois dias. E Luana ficou ansiosa. O cara era simplesmente demais. Alto, forte, músculos bem definidos, olhos pretos e misteriosos. A foto era magnífica. Será que era verdade tudo aquilo? Ela imaginou o caralho dele desbravando sua buceta e sentiu um calor lhe invadir o corpo. Quando imaginou que havia sido ignorada de vez pelo tal Marcelo, ele finalmente respondeu. Começou com um simples “oi” a mensagem e coube a Luana puxar assunto e tentar descobrir um pouco mais sobre ele.

Eles conversaram por uns três dias. Marcelo parecia ser legal. Parecia também estar interessado em conhecê-la. Luana estava cada dia mais excitada. E, sem demora, marcaram um encontro.

Ficou combinado que Marcelo passaria de carro na casa dela na sexta, às dez horas da noite. Ela pôs uma minissaia curtinha, botas e prendeu o cabelo no alto da cabeça. Tentou parecer sexy sem se mostrar muito puta. Se perfumou, passou um batom e foi para a frente do prédio esperar Marcelo. Estava com as pernas bambas.

Cinco minutos depois um carro branco parou à frente do edifício. Era ele. Mal podendo caminhar, Luana abriu a porta e logo se viu sentada ao lado do Marcelo. Bem, ele não era exatamente aquilo que se apresentava nas fotos e Luana ficou um pouco decepcionada. Porém quando viu os músculos saltando sob os jeans, sentiu a velha excitação subindo pelo corpo. E agora?

Marcelo sorriu. Ele possuía um ar selvagem, muito diferente dos caras com  quem tivera algum namorico breve.
− Aonde você quer ir?

A voz. Grossa, de macho. Luana ficou meio estonteada.
− Bem, eu…
− Deixa comigo.

Silêncio. Marcelo acelerou com o carro e não falou mais nada. Luana, ao seu lado, ficou sem jeito. Imaginou que conversariam, trocariam ideias, que afinidades seriam descobertas. Mas não. Marcelo não respondeu a nenhuma tentativa de conversa dela, concentrando-se no trânsito. Luana não tinha a menor ideia para aonde ela a estava levando. E começou a ficar com medo.
− Não se preocupe. Você irá gostar.
− Onde…
− Não se preocupe.

E a conversa acabou. Não foi surpresa para Luana quando Marcelo entrou em um motel um pouco afastado da cidade. Ela prendeu a respiração, tensa. Não imaginava que sua primeira vez seria assim. Não haveria amor. Só sexo. Mas não foi assim que ela queria desde o início?

O quarto não era lá essas coisas. Os móveis não eram novos e a cama não era redonda. Havia um espelho no teto que a deixava mais larga que o normal. Sempre que imaginou que sua primeira vez seria em algum lugar com mais glamour.
− Tudo bem. – disse ela, atirando a bolsa em uma mesa. – Me coma de uma vez. Rápido, estou com pressa.

Marcelo, no entanto, não parecia estar com muita pressa. Ele se aproximou de Luana e a puxou violentamente pra si. A garota sentiu todo o volume do pau do homem contra seu corpo e um medo repentino tomou conta dela. E agora?
− Por favor… − implorou ela – Vá com calma.
− Sem calma, garota. Você não viu nada ainda.

Luana, em vão, tentou se soltar dele. Mas era impossível fugir. Marcelo era muito forte. De repente, ela estava jogada na cama, sentindo suas pernas serem abertas com a maior felicidade. Com apenas um gesto, Marcelo arrancou sua calcinha e mergulhou de boca na buceta dela.

Ao sentir a língua áspera de Marcelo na sua xoxota, Luana controlou um grito. Era um misto de vergonha e prazer. Aquilo não estava certo. Era um erro. Transar com um desconhecido estava sendo um erro.

Mas aquela língua fazia com que Luana gemesse sem se controlar. A saia também foi tirada sem que ela percebesse. Logo, Luana estava completamente nua, à mercê do apetite sexual de Marcelo.

O homem se jogou por cima dela e ele era muito pesado. Luana achou que não conseguiria mais respirar. Marcelo mordia o pescoço dela, ao mesmo tempo em que forçava seu pau entre as pernas dela. Luana queria dizer para ele ir com mais calma. Precisava avisar que era virgem e que as coisas não eram tão simples assim.

Marcelo meteu o pau na buceta dela e logo sentiu um entrave. Luana respirou fundo. Ele pegou os cabelos dela com força e puxou.
− O que é isto?
− Sou… sou virgem.

Ela confessou, envergonhada. Marcelo ficou por alguns segundos assimilando aquela informação. E depois não perdeu mais tempo. Com a boca no seio dela, chupando-o com vontade, Marcelo forçou o caralho com força, pouco se importando com os gritos dela. Foder aquela bucetinha apertada e virgem estava deixando Marcelo mais excitado do que nunca estivera.

Para Luana foi como se estivessem lhe rasgando de cima a baixo. Nem nos seus piores pensamentos imaginou que doesse tanto. Mal havia olhado para o pau de Marcelo. Com medo e constrangimento, evitou saber o tamanho que seria. Bem, o negócio devia ser enorme, pois sua dor era algo insuportável. Estava arrependida tamanho o sofrimento. Era melhor que tivesse morrido virgem, intocada. E Marcelo não parava, arremetendo dentro dela sem parar, sem escutar os gritos de Luana. Aquela buceta era demais.

Luana perdeu a conta de quanto tempo ficou a disposição de Marcelo, sendo rasgada sem trégua. Quando ele terminou, caiu para o lado, exausto. Ela levou discretamente seus dedos em direção à xoxota. Estava machucada. Ficou sangue nas mãos. Respirou fundo. Estava livre da maldição. Mesmo que isso significasse nunca mais trepar com ninguém na vida.
− Você já deu o cu alguma vez?

Ela ficou vermelha. Marcelo a encarava, agora apoiado no cotovelo.
− O quê?
− Você nunca tinha dado a buceta. E o cu?
− Eu… eu…
− Vira.
− O quê? – perguntou ela, apavorada.

Luana foi virada de bunda para cima muito facilmente. Aos gritos, sentiu Marcelo com todo seu peso deitar sobre ela e abrir seu rabo com as mãos. Chorando, a garota pediu:
− Me deixe, por favor... Vai doer!
− Cala a boca. Você vai gostar.

Primeiro Luana sentiu o dedo dele entrar no seu cu. Ao contrário do que pensava, a sensação foi gostosa. Muito gostosa. Sem sentir, empinou a bunda várias vezes para que os dedos de Marcelo entrassem e saíssem muitas vezes. Gemendo, ela alcançou o orgasmo nos dedos dele. A sensação do gozo não havia passado quando sentiu o pau dele rasgando seu cu. Marcelo enterrou seu pau de vinte centímetros direto no rabo dela, sem dó nem piedade.

Os gritos de Luana foram ouvidos por todo o motel. Marcelo não perdeu tempo e gozou dentro daquela bundinha apertadinha, uma, duas vezes. Quando ele finalmente terminou, Luana se perguntou quando conseguiria sentar novamente.

Ela chegou em casa às três horas da manhã. Mal podia caminhar. Sentia o gosto e o toque das mãos de Marcelo no corpo inteiro. Não sabia se tinha gostado da experiência. Mas pelo menos não era mais virgem.

sábado, 2 de março de 2013