sexta-feira, 21 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
MEU ENTEADO SAFADO (Final)
Mas ele não estava. Ricardo me puxou
para frente e eu fiquei sentada, toda mole. Precisava me
recuperar um pouco, mas o homem estava possuído de tesão.
− Quero seu cu. Agora.
Nossa, pensei eu, ele iria me
arrebentar. Ele me deixou virada sobre a mesa e abriu minhas pernas como um
ogro faria. Fechei os olhos, sentindo algum pavor. Rodolfo sempre usava um
gelzinho, me tratava com carinho e com jeito. Pelo visto Ricardo não teria a
mesma gentileza do pai. Ao mesmo tempo em que fiquei excitada, eu senti medo.
Mas por nada desse mundo eu queria sair daquela mesa.
Sem dó nem piedade ele enterrou o pau
na minha bunda. Eu dei um grito abafado e levei algumas palmadas em troca. Como
eu queria berrar, espernear, esmurrar a mesa enquanto era currada! Mas não
podia acordar meu marido. O difícil seria dar uma explicação a ele mais tarde.
Aquilo não acabava nunca. Eu sentia
uma mistura de dor e prazer, tudo misturado. Não me preocupava mais em ficar
quieta. O pau de Ricardo comia meu rabo e não dava mostras que iria parar tão
cedo. Cheguei a pedir que ele pegasse mais leve. Gemi, implorei. Foi pior.
Um movimento ao lado da mesa fez com
eu abrisse os olhos. Ricardo sentou em uma cadeira próximo a mim e me fitava
intensamente, masturbando-se. Mas… se ele estava sentado ali, quem estava me
fodendo?
Voltei a cabeça para trás,
desnorteada. Para meu espanto e talvez um pouco de terror, quem estava me
comendo era Rodolfo. Meu esposo parecia um louco. Ele riu da minha surpresa e
continuou. Fiquei excitada.
Ricardo começou a masturbar seu belo
pau muito perto do meu rosto. No momento seguinte eu o agarrei e meti todo seu
membro na minha boca. A sensação de estar sendo fodida por pai e filho era
inexplicável. Decidi que iria aproveitar o máximo que pudesse já que Ricardo
iria embora muito em breve.
Quando Rodolfo me soltou, eu desabei
no chão, aos pés dele. Ricardo segurou meus cabelos e fez com que eu voltasse a
chupar seu pau. Enquanto eu o sugava com paixão, Rodolfo comeu minha bunda mais
uma vez. Eu já estava dolorida, acho que sangrei, mas meu gozo quando veio
novamente foi inexplicável. Fiquei mole, inerte. Um dos dois me pôs sentada na
cadeira. Tonta, senti uma boca na minha buceta. Pela língua percebi que era meu
marido. Perdi a noção de tempo e espaço. Não sabia mais quem me chupava e quem
comia minha xoxota. A sensação era indescritível, parecia que eu voava.
Certamente foi Rodolfo quem me levou
para a cama quando o dia já estava amanhecendo. Acordei-me perto das sete horas
da manhã inchada, com dor e vários hematomas na coxa, bunda e peitos. Meu
marido estava próximo a janela, fumando, quando entreabri os olhos. Quando ele
percebeu que eu me mexia, chegou perto de mim e me beijou. Respirei aliviada.
Meu temor era que ele me enxotasse da fazenda depois de eu ter trepado com o
seu filho.
− Como você está?
− Bem. – murmurei − Acho que por
alguns dias eu não poderei sentar direito.
Rodolfo riu.
− Eu cuido de você.
Ele passou a mão no meu corpo,
conferindo o “estrago”. Depois ele concluiu acariciando meus seios:
− Logo você vai se recuperar. E eu vou
foder você de novo inteirinha. Sozinho.
− Meu amor… − eu o enlacei com meus
braços. Por algum motivo eu estava mais apaixonada ainda por ele – Você foi
incrível. Nenhum homem chega a seus pés.
− Eu queria escutar você dizer isso.
Por isso deixei você frente a frente com meu filho. Precisava saber que eu
ainda dou no couro.
− Como assim? – perguntei, não
entendendo direito.
− Eu sabia que você ficaria atraída
por Ricardo e ele por você. Meu filho é boa pinta, está noivo de uma virgem. E
você… bem, você é louca por sexo. Somente provoquei o encontro. Disfarcei uma
bebedeira e deixei você ficar com um tesão mal resolvido. O resto foi
consequência.
− Ricardo saiu a você, querido. –
minha língua passeou pelo pescoço de Rodolfo – Mas sexo é sexo. Amor é amor.
− Ele vai embora daqui a pouco. Vou
levar os dois até o aeroporto. E você vai ficar aqui, quietinha, me esperando.
Promete?
− Prometo. Vou ficar aqui debaixo dos
lençóis esperando meu garanhão.
Rodolfo me beijou enquanto acariciava
minha xoxota. Depois, com uma piscadinha, saiu fechando a porta.
Escutei vozes do lado de fora. Menos
de dez minutos depois Ricardo e Amanda partiram. Desejei do fundo do meu
coração que eu não os visse tão cedo. Mas de uma coisa eu tinha certeza. O pau
de Rodolfo eu não troco por nenhum outro. Ele é o melhor.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
MEU ENTEADO SAFADO (Parte 4)
A noite caiu e me encontrou mais
saciada. Mas não satisfeita. Nunca pensei em trair meu marido. Apesar de nunca
ter sido santa, pôr chifres no meu marido era algo impensável. Sempre o amei e
o amaria pelo resto da minha vida. Por que eu tive que ficar de quatro justo
pelo meu enteado? Com tantos homens no mundo, por que tinha que ser com ele?
Inventei uma dor de cabeça para
não ir jantar. Não me senti em condições de enfrentar Rodolfo, Ricardo e a cara
de bunda da Amanda. Comi um lanchinho trancada no quarto e meu marido custou a
vir para a cama. E quando ele apareceu estava bêbado feito um gambá. Rodolfo
simplesmente desabou na cama pegando no sono em seguida. Já passava da meia
noite.
De repente me senti sufocada.
Vesti meu robe de seda e resolvi ir tomar um ar na varanda. Estava tudo deserto
e escuro. E silencioso. Imaginei Ricardo dormindo ao lado da virgem. Será que
ele batia punheta todas as noites para saciar seus desejos? Bem que ele podia
me fazer uma homenagem e bater uma pra mim.
Não sei quantas horas haviam
passado. Acho que cochilei sentada na varanda. Acordei sobressaltada quando
escutei uma voz grossa, muito semelhante a do meu marido.
− Perdeu o sono?
Ele estava muito próximo de mim,
a ponto de poder sentir o hálito quente de Ricardo na minha nuca. Fechei os
olhos. E agora?
− Mais ou menos. – acomodei-me melhor
na cadeira, meio dolorida nas costas. Meu corpo vibrava de tesão.
Ricardo puxou outra cadeira e sentou a
minha frente. Não tão perto, mas ao meu alcance. Fiquei olhando para minhas
mãos desconcertada. Dei graças aos céus por estar escuro para que ele não
percebesse o quanto eu tentava me controlar.
− Você está bem?
Criei coragem e o encarei. Mesmo com a
parca iluminação eu conseguia enxergar os olhos brilhantes dele. Sim, ele
queria meu corpo.
− Um pouco cansada.
Mentira. Eu estava louca para dar. O
calor me consumia e eu estava quase arrancando o robe.
− Onde está meu pai?
Ele pretendia me comer, pensei eu,
senão não estaria se preocupando com Rodolfo.
− Bêbado, dormindo.
Olhei para o relógio. Já passavam das
três horas da manhã. Encarando-o ainda, perguntei:
− Por que você não está com Amanda?
Ele suspirou e fez um gesto
com as suas mãos. Elas eram grandes.
− Amanda está dormindo.
−E você? Perdeu o sono como eu?
Ele riu. Eu me desmoronei com o som da
sua risada.
− Preciso de um pouco de ar – disse
Ricardo enigmático.
Fiquei pensando o que significariam
aquelas palavras.
− Posso dizer uma coisa para você? –
perguntou meu enteado, chegando um pouco mais perto de mim.
Nem me mexi. Agora nossos joelhos
estavam quase se encostando. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo de alto
a baixo e se concentrou no meio das minhas pernas.
− O que é? – eu mal respirava.
− Não imaginei que você estivesse tão
bonita.
− Obrigada – respondi embevecida.
Minhas pernas chegaram a se abrir, inconscientemente. Fechei-as em seguida.
− Meu pai é um homem de muita sorte.
Eu queria desviar daqueles olhos, mas
não conseguia. Ricardo parecia um imã. Segurei-me nos braços da cadeira e me
mantive desconfortavelmente imóvel.
− Ele sabe disso.
− Só não como você aqui e agora por
causa dele.
Ele queria me foder. E eu queria dar.
A única coisa que nos separava era um homem bêbado em cima de uma cama, do
outro lado da casa.
− Não considero isso um impedimento. –
declarei.
Deixei cair a parte de cima do robe e
expus um seio. Ricardo lentamente esticou a mão e o segurou. Eu pegava fogo
quando ele me puxou para frente e sugou com tanta força meus seios que quase
desmontei.
− Vadia. – murmurou ele, ainda
lambendo minhas tetas – Como ousa trair meu pai?
− Não é uma traição. – eu procurei
avidamente o fecho da calça jeans dele – É somente sexo.
Aquela foi a senha. Ricardo me colocou
em pé com uma força surpreendente e jogou meu robe no chão. Fiquei nua. O
arzinho frio que soprava não foi suficiente para apagar meu fogo. O pau de
Ricardo logo saltou para fora das suas calças e eu vibrei. Bem dotado como o
pai.
− Quero sua buceta – urrou ele.
Me deitei em cima da mesa dura e
escancarei minhas pernas. Imediatamente senti a língua dele me invadindo,
explorando cada pedaço meu. Eu gemia, retorcia-me, tentava não ser escandalosa
como era meu normal. De repente senti o pau do meu enteado se enterrando na
minha buceta, me rasgando. Minhas costas arquearam e Ricardo me puxou pelos
cabelos enquanto me fodia violentamente. Eu adorava cada movimento daquele
corpo dentro de mim, arremetendo sem parar. Quando eu gozei deixei escapar um
gemido alto, praticamente saciada.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
MEU ENTEADO SAFADO (Parte 3)
Fomos jantar em uma pizzaria na cidade. Ricardo e Rodolfo conversaram muito, deixando eu e Amanda mais isoladas. Até que consegui arrancar algumas informações da menina, contudo meus olhos sempre pousavam em Ricardo. Era difícil resistir. Estávamos sentados frente a frente e assim ficava mais fácil admirá-lo. Por duas vezes Amanda me flagrou com os olhos grudados nele e eu disfarcei fazendo agrados em Rodolfo. Não sei se Ricardo percebeu algo diferente da minha parte. Contudo mais tarde, já na fazenda, quando eu e meu marido nos vimos sozinhos novamente no quarto, atirei-me sobre ele como uma tigresa enlouquecida, louca de desejo. Pelo meu enteado.
Acordei no outro dia toda dolorida.
Felizmente Rodolfo estava ansioso para conversar com o filho e não fizemos
nosso habitual sexo matutino. Ricardo se levantou primeiro, enquanto sua
noivinha frágil e fresca curtia uma leve indisposição estomacal devido à pizza
da noite anterior. Beberiquei meu chá imaginando que Ricardo merecia uma mulher
de verdade.
Assim como eu.
Novamente meus pensamentos estavam
levando-me a caminhos perigosos. Ricardo e Rodolfo conversavam animadamente e
pareciam bem distraídos. Felizmente eles não repararam na minha aflição. Eu
queria – mas não conseguia – tirar meus olhos do rapaz. Tentava disfarçar
bebendo o chá, fazendo de conta que comia a torrada. Porém estava difícil. Eu
sentia minha calcinha molhada.
Olhei mais uma vez para Ricardo
jurando que seria a última. Depois daquela última olhadinha eu me levantaria
daquela mesa, inventaria uma horrível dor de cabeça e me enfiaria direto em uma
ducha fria. Mas algo aconteceu. Quando pus meus olhos em Ricardo (sim, era para
ser a última vez) flagrei-o com os olhos cravados em mim.
Tonteei na hora. Como uma adolescente
babaca, virei a xícara do chá sobre a mesa, derrubei as torradas no chão e
minha calcinha encharcou de vez. Rodolfo não desconfiou nada e eu não olhei
mais para ninguém. Imediatamente meu esposo chamou a empregada e eu,
constrangida, inventei que precisava me limpar e saí apressada até o banheiro.
Entrei debaixo do chuveiro frio e me
masturbei ali mesmo, com a porta entreaberta. O gozo veio rápido e intenso e
caí ajoelhada no chão, arfante e cheia de desejo pelo meu enteado. Maldito.
Como ele se atrevera a virar minha vida do avesso?
Rodolfo apareceu quando eu já estava
recomposta. O banho frio me ajudou a apagar metade da minha excitação e eu me
sentia mais controlada. Meu marido me disse que daria uma volta pelas fazendas
com o filho e me perguntou se eu não me importaria de fazer companhia para a
Amanda.
Agradeci a todos os santos por estarem
afastando Ricardo da minha presença antes que a situação ficasse insustentável.
Os olhos quentes dele sobre mim não saíam da minha mente e aquilo era
torturante. Só voltei à sala depois que ouvi o barulho do motor da caminhonete
se afastando. E para meu desgosto encontrei Amanda por lá.
Ela me fuzilou com os olhos enquanto
tomava uma xícara de café preto. Parecia adivinhar que o noivo estava sentindo
uma quedinha por mim. Mas que culpa eu tinha de ser tão gostosa?
Resolvi ignorar a idiota e
cumprimentei educadamente:
− Bom dia, Amanda. Passou bem à noite?
Ela ignorou a minha gentileza e
disparou:
− Onde está meu noivo foi? Ele saiu e
não se despediu de mim.
Não era para menos. Como Ricardo fora
se envolver com alguém tão chato?
− Ligue para ele. Seu noivo deve ter
celular, não?
Foi a minha vez de ignorá-la. Peguei
uma revista e já estava indo para meu quarto quando Amanda perguntou à
queima-roupa:
− Eu vi todos os olhares que você
lançou para ele ontem à noite.
Voltei-me lentamente.
− Como? – perguntei irônica.
− Pensa que não vi você se jogando
para o MEU noivo na pizzaria?
− Sou casada, garota – respondi
friamente.
− E eu vou casar com ele.
A fedelha estava claramente me
afrontando e aquilo eu jamais iria permitir na minha própria casa. Aproximei-me
lentamente e, para minha satisfação, ela recuou. Continuei na direção dela e
quando estávamos bem próximas, quase rosto a rosto, eu perguntei:
− Quantas vezes por dia você faz sexo
com ele?
Amanda ficou vermelha. Eu havia
conseguido tocar no ponto fraco dela.
− Como ousa?
Eu fui em frente sem dó nem piedade;
− Você gosta quando ele mete na sua
bucetinha?
Ela não tinha para onde ir. Eu a
estava prensando de encontro à mesa. Percebi que Amanda estava agarrada à
toalha, tensa.
− Ele já socou o pau dele em você?
− Que linguajar – sussurrou ela
furiosa.
− E no seu rabo? Quantas vezes ele já
meteu?
− Vadia! – Amanda vociferou. Parecia
que a qualquer momento ela se avançaria no meu pescoço.
− Cuidado com o que você pensa que tem
– e finalizei ameaçando – Talvez você saia daqui sem nada.
Dei as costas. Um segundo depois
Amanda saiu da sala aos prantos, trancando-se no quarto. Eu voltei para o meu
onde me masturbei várias vezes aquela manhã. Rodolfo que voltasse logo antes
que eu pegasse o primeiro peão que surgisse a minha frente.
Rodolfo chegou somente às três horas
da tarde. Enquanto Ricardo foi conferir porque sua noiva virgem continuava
encerrada no quarto, peguei meu marido e fiz com que ele me comesse na sauna,
no meio do vapor. Uma das empregadas nos flagrou em meio a um delirante sexo anal,
mas eu não dei bola. Meu fogo era tanto que eu não podia me dar ao luxo de
sentir vergonha. Eu queria mais e mais. Queria Ricardo também. Àquela altura eu
já desejava pai e filho.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
MEU ENTEADO SAFADO (Parte 2)
Ricardo chegou em um dia chuvoso. Eu não fui até o aeroporto esperá-lo. Inventei uma dor de cabeça e meu marido foi sozinho. Na verdade eu estava irritada. Detestava perder minha privacidade. Era normal eu andar sem calcinha pela fazenda. E sem sutiã também. Sabia que os empregados flagravam alguma coisa, mas eu não me importava. Rodolfo gostava sempre de me ver bem à vontade e vivia apertando meus seios e minha bunda na frente da criadagem. Não, nunca transamos com plateia, mas essa era uma fantasia que eu tinha. Rodolfo ainda não tinha topado, mas era uma questão de tempo.
Bem, eu estava adequadamente vestida esperando meu enteado chegar com sua noivinha insossa e lendo um livro de sacanagem. Aliás, a única literatura que eu curto ler. Escutei o som da caminhonete de Rodolfo lá fora e suspirei. Por três dias eu teria que bancar a madrasta comportada. Terrível para uma puta assanhada como eu. Transar em silêncio por três dias. Difícil.
Caminhei até a porta para receber os hóspedes. Primeiro entrou uma jovem loira, sem graça e muito magra. Não deveria ter mais que vinte anos. Logo em seguida vinha Rodolfo e meu marido estava com o braço apoiado em um homem que não conheci.
Levei uns cinco segundos para me dar conta que o homem alto e deslumbrante ao lado de Rodolfo era meu enteado. Segurei um suspiro de surpresa. Era quase inacreditável que Ricardo houvesse se transformado tanto. De patinho feio a príncipe encantado. Ombros largos, pernas musculosas e um volume incrível no meio das pernas. Definitivamente, meu enteado havia saído ao pai.
Fiquei meio tonta, mas logo disfarcei. Ricardo foi muito gentil. Beijou-me no rosto educadamente e me apresentou a Amanda, a noiva sem sal. Recuperei-me logo do choque, mas não do tesão. Apesar da presença forte do meu marido – a quem eu amo de paixão – a presença de Ricardo me perturbou assustadoramente. Três dias com aquele homem na minha casa seria um teste de fogo para mim.
Rodolfo estava satisfeitíssimo com a presença do filho único. Levamos o casal até o quarto onde eles iriam ficar – felizmente um pouco afastado do nosso. Amanda quase não abria a boca e me perguntei várias vezes o que um rapaz tão interessante havia visto naquela imbecil. Deixamos Ricardo e a noiva no quarto para descansarem e Rodolfo me levou direto para o quarto. Eu não pude sequer respirar. Meu marido me jogou na cama, arrancou minhas roupas, selvagem. Mas algo estranho aconteceu. Enquanto Rodolfo me comia e me judiava era só em Ricardo que eu pensava. Como ele seria na cama? Teria todo o fogo do pai? Aquele volume nas calças jeans havia me intrigado.
Sem perceber por onde minha mente viajava, Rodolfo fez o que quis comigo e eu me preocupei em ser menos escandalosa. Afinal tínhamos hóspedes. Depois, enquanto ele tomava banho, perguntou:
– O que você achou da minha nora?
Enrolada em uma toalha respondi:
– Sem graça.
– Você não sabe da maior – disse ele saindo do banho totalmente nu e pegando a toalha que eu estendia – A moça é virgem.
– O quê? – quase gritei. Era impossível. Como era possível alguém ser virgem com um homem como Ricardo ao lado – Você está tirando sarro da minha cara.
– Mas é verdade. Ele me segredou antes de vir para cá.
– Coitado. E… como Ricardo faz?
– Ora – e Rodolfo sacudiu os ombros – ele se satisfaz com as vadias – e mudando o tom de voz, Rodolfo sussurrou – Infelizmente meu filho não teve a sorte de ter na cama uma cachorra como você.
Cheguei a me arrepiar. Por alguns instantes cheguei a imaginar-me deitada na cama tendo de um lado meu marido e do outro, meu enteado. Como seria ser currada pelos dois? Afastei aquele pensamento perturbador imediatamente. Fiquei com medo que Rodolfo lesse o desejo nos meus olhos.
– Serei sua cadelinha para sempre – e dei um beijo na ponta do nariz do Rodolfo – e nada vai nos separar.
Era isso que eu esperava.
... continua ...
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
MEU ENTEADO SAFADO (Parte 1)
Quando eu casei com o Rodolfo ele já tinha quase 50 anos. Era – e ainda é – um coroa gostoso. Me apaixonei logo da primeira vez que eu o vi. Alto, fazendeiro, cabelos ficando grisalhos. E rico, muito rico. Mas mesmo que ele fosse pobre de doer, eu me apaixonaria igualmente. Rodolfo é o cara mais bem dotado que conheço. E olhe que eu já tive muitos homens na minha vida antes dele.
Também não sou de se jogar fora.
Muito pelo contrário. Fiz 45 anos semana passada e posso dizer que chamo
atenção de muito garotão por aí. Porém se engana quem pensa que ponho chifres
na linda cabecinha do meu Rodolfo. Não preciso disso. Rodolfo me dá tudo o que
eu quero. No sexo é um expert. Faz tudo o que eu gosto e muito mais. E du-vi-do
que ele corra atrás de alguma vadia quando viaja. Mulher como eu, que mexe como
eu, ele nunca vai encontrar.
Quando nos casamos e viemos morar
na fazenda, meu enteado Ricardo já tinha uns 17 anos. Era um moleque raquítico,
com aparelho nos dentes. Um desastre. Nem parecia filho do meu amor. Aliás,
sempre suspeitei que a ex-esposa tinha corneado o Rodolfo e dali saído aquela
coisinha esquisita, que de tão tímido mal me olhava na cara. Felizmente meu
contato com Ricardo foi pouco. Não que eu não gostasse do rapaz. Só o achava
muito estranho. Se ficássemos sozinhos, o menino ficava mudo, olhando para
cima, com cara de pateta. Eu me esforçava em ser simpática todas as vezes que
ele aparecia na fazenda para visitar Rodolfo. Depois desisti. Ricardo era um
caso perdido e não seria eu quem o mudaria.
Uns seis meses depois do nosso
casamento, a mãe de Ricardo decidiu que iria morar no sul e levou o filho
junto. Rodolfo ficou bem chateado e eu dei graças a Deus. Não precisava,
sinceramente, daquele encosto na minha vida. A comunicação entre pai e filho se
dava por telefone, e-mail, mensagens instantâneas e o que mais a tecnologia
apresentasse de novo. Eu me desliguei totalmente do rapaz. E ele de mim.
Algumas vezes Rodolfo contava alguma novidade como a faculdade, a formatura,
o primeiro emprego, a noiva. Eu me fazia de interessada e logo depois esquecia
o assunto.
Tudo aconteceu depois de uma
sessão de sexo intensa entre eu e meu marido. Acho que ele escolheu o momento
propositadamente. Eu me recuperava na cama quando Rodolfo comentou casualmente:
– Falei com meu filho hoje à tarde.
– É mesmo? – eu estava arfante,
sentindo minha vagina ardida – Ele vai bem?
– Sim, vai – depois
de uma pausa, Rodolfo prosseguiu – Ele virá nos visitar.
Não gostei daquela novidade.
Tentei disfarçar meu desgosto e perguntei de olhos fechados:
– Quando ele chega?
– Depois de amanhã. Com a noiva.
– Que ótimo.
Que merda praguejei intimamente. Eu
perderia totalmente minha privacidade com Rodolfo. Nossas trepadas na sala, na
cozinha e aonde mais nosso desejo levasse estariam suspensas por algum tempo.
– Quanto tempo, meu anjo? – encarei
meu marido fingindo estar muito satisfeita com aquela situação.
– Infelizmente por pouco tempo. Uns 3
dias. Daqui eles vão passar uma temporada no Nordeste.
Respirei aliviada. Seria mais fácil de
suportar.
– Bem, que pena. Mas ele poderá nos
visitar outras vezes, não é mesmo? – perguntei, sentindo a mão safada de
Rodolfo vasculhando o meio das minhas pernas.
– Claro – ele me beijou os lábios. Já estava
pronto para a ação de novo.
Esqueci toda aquela conversa sem graça
assim que Rodolfo me pôs de quatro e comeu meu rabinho com seu pau delicioso e
quente. Vi todas as estrelas possíveis e desabei na cama depois de um orgasmo
intenso. Onde eu arranjaria outro homem como aquele?
Continua...
sábado, 8 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
GRAÇA PURA
EU IMAGINO UMA COISA
DEUS FAZ OUTRA
A GRAÇA DA VIDA ESTÁ AÍ
OU É ELE QUE ESTÁ ACHANDO GRAÇA DE MIM?
DEUS FAZ OUTRA
A GRAÇA DA VIDA ESTÁ AÍ
OU É ELE QUE ESTÁ ACHANDO GRAÇA DE MIM?
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
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