domingo, 23 de setembro de 2012

RENATA - Conto Erótico (parte 1)



Ela chegou quase um mês depois de as aulas terem começado. Era linda. Devia ter uns 17 anos. 1,70 de altura, corpo cheio de curvas, perfeito. Longos cabelos louros emolduravam seus olhos verdes. A pele morena cintilava. O nome dela? Renata.

Ou Renatinha para Daniel. Daniel, o nerd. 17 anos, óculos de lentes semi grossas, cabelos desgrenhados, mais inteligente que a maioria dos colegas. Apaixonou-se por Renatinha assim que ela foi levada pela direção e apresentada para a turma. Ela sentou na segunda fileira ao lado de Carol, outra nerd. E se tornaram ambas na primeira hora de convivência as melhores amigas do mundo.

Daniel odiava Carol que era louca por Daniel. Renatinha mal sabia que o garoto existia. Aliás, nunca se dera ao trabalho de olhar para a cara dele. Mas no final daquela primeira semana de aula Daniel estava a ponto de bala. Não precisou mais das suas revistinhas pornográficas ou dos links do youtube de putaria que assistia a toda hora. Havia Renata, sua musa. Ela era a sua inspiradora para todas as punhetas que fazia a qualquer hora do dia. Certo dia, na escola, ao ver Renatinha de bermuda e camiseta de regata jogando vôlei na aula de Educação Física, seu pau ficou duro em segundos. Antes que fosse expulso do futebol, escondeu-se no banheiro e bateu uma punheta sem precedentes. Quando saiu de lá uns quinze minutos depois as pernas estavam bambas. Meio tonto voltou para o futebol e foi sacado do time depois de pisar na bola e cair sentado no chão. Felizmente Renata, que o ignorava solenemente, não viu aquela cena ridícula.

 Cara, eu quero comer aquela garota.

Daniel estava atirado na cama do seu melhor amigo, o Cuca, que mal escutou o que Dani dizia. Sua preocupação era o jogo de videogame.

− Hein? Comer o quê?
− A Renatinha. Você acha que eu tenho alguma chance com ela?
− Com quem? Aquela deusa? – Cuca mal tirava os olhos da TV. Se o fizesse veria seu amigo batendo punheta novamente. – Vai se enxergar, meu! É muita farinha para o seu caminhãozinho! Aliás, para qualquer um lá da escola.
− Sonho com a buceta da Renatinha dia e noite – sussurrou Daniel, de olhos fechados. A imagem de Renata nua e de quatro tomou conta da sua mente. – Como eu queria meter naquele rabinho.
− Ué… − Cuca de costas não estava a par do enlevo e entrega do amigo. – Vá em frente, chega nela. Quem sabe numa hora dessas… ela dá o cu para você também?

Naquele exato momento a empregada da casa de Cuca entrou sem bater no quarto, trazendo a bandeja dos lanches. Daniel não teve tempo de esconder o pau, enorme aquela altura, debaixo da almofada. A mulher deixou escapar um suspiro de surpresa. Mas não é o que o garoto era bem servido? Cuca percebeu a situação e ficou mudo. Daniel agradeceu o lanche e a mulher saiu tensa.

− Acho que ela gostou do que viu. – concluiu Cuca.
− Será que a empregada da tua mãe dá para mim?
− É mais fácil ela que a Renata, você não acha?

Excitado, com o pau mal cabendo dentro da bermuda, Daniel ainda enfiou um pedaço de sanduíche na boca e saiu do quarto atrás da moça. Precisava urgentemente de uma buceta. Mesmo não sendo lá essas coisas, a empregada do Cuca podia servir para alguma coisa.

Daniel a encontrou na cozinha. Ela parecia que o esperava. Encostada junto a pia, ela encarou o garoto com um olhar cheio de promessas. Até que ela não era de se jogar fora, concluiu Daniel, deixando a bermuda cair. O pau saltou vermelho e rijo entre as pernas dele. E não foi preciso muita conversa. Em menos de três segundos a boca da mulher já havia abocanhado o pau de Daniel, chupando como se nunca houvesse visto um na sua vida.

As mãos dela agarravam sua bunda e o puxavam para frente, como se fosse engoli-lo. Não, ele nunca havia sido chupado daquela forma. Para falar a verdade, mal fora chupado até aquele momento na sua vida. As meninas – poucas – com quem havia saído tinham nojo ou mal encostavam a língua. Será que Renata era fresca também? Ele esperava sinceramente que não.

Antes que Daniel gozasse dentro da boca da empregada ela o soltou bruscamente. Levantou o uniforme e expos a calcinha. Aliás, uma mini calcinha. E perguntou:

− Você quer a frente ou o verso?

Zonzo Daniel perguntou:

− Hein?
− Criança, você quer minha xoxota ou meu rabinho? Depressa, daqui a pouco meus patrões vão chegar!

Daniel não teve tempo de escolher. Insaciável, a empregada o deitou no chão como se ele fosse um boneco e ele, com o pau em riste, viu-se devorado por uma buceta que parecia não ver um pau há muitos anos.

Ele perdeu a conta de quanto tempo foi cavalgado. Seu pau parecia que ía rasgar aquela buceta de fora a fora, mas a mulher não dava mostras de estar se importando. Estava bom, claro que estava. E ele gozaria a qualquer momento, apesar de estar um pouco desconfortável deitado naquele chão duro e por sentir alguns cheiros não muito agradáveis. Há quanto tempo será que ela não se lavava com água e sabão?

− Eu vou gozar… − murmurou Daniel em êxtase.
− Goza na minha bucetinha, garotão. – a mulher incentivou, enlouquecida sobre o pau do garoto – Depois eu quero tudo isso no meu cu.
Nossa, pensou Daniel, eu não vou conseguir dar conta. Nunca meti em um cu na minha vida! Mas ele foi em frente, praticamente sendo estuprado por aquela maluca, no chão da cozinha da mãe do Cuca.

− Eu vou gozar… − repetiu ele, os olhos quase revirando.

− Minha mãe chegou com a minha irmãzinha!

O grito agudo de Cuca foi um balde de água fria nos dois. A empregada desmontou de Daniel imediatamente, tentando se recompor. Ele ficou atirado no chão com o pau ainda duro.

− Cara, levanta daí! – implorou Cuca, jogando um pano de prato em cima do membro enorme do amigo. – Minha mãe vai entrar pela garagem! Depressa!

Daniel se levantou o mais rápido que podia e puxando a bermuda, refugiou-se no primeiro banheiro que encontrou. Lá, encostado na porta, terminou o trabalho enquanto escutava Cuca mentir para a mãe que o amigo estava passando mal lá dentro. O que não deixava de ser uma verdade.

Mais tarde, sozinhos no quarto novamente, Cuca comentou:

− Dessa vez você se superou.
− Foi culpa dela – defendeu-se Daniel. – Eu fui praticamente estuprado.
− Cara, você é um tripé.
− Será que a Renatinha vai gostar? E se ela levar um susto?
− Se ela for virgem... você acabar com ela.

Na mente de Daniel se formaram várias cenas. Nunca imaginou que Renata fosse virgem. Ah, mas se isso fosse verdade, arrancaria aquele cabacinho sem dó nem piedade.
− Vai ser a melhor coisa do mundo – disse Daniel sonhador.

... continua ...



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

MEU ENTEADO SAFADO (Final)


Mas ele não estava. Ricardo me puxou para frente e eu fiquei sentada, toda mole. Precisava me recuperar um pouco, mas o homem estava possuído de tesão.
− Quero seu cu. Agora.
Nossa, pensei eu, ele iria me arrebentar. Ele me deixou virada sobre a mesa e abriu minhas pernas como um ogro faria. Fechei os olhos, sentindo algum pavor. Rodolfo sempre usava um gelzinho, me tratava com carinho e com jeito. Pelo visto Ricardo não teria a mesma gentileza do pai. Ao mesmo tempo em que fiquei excitada, eu senti medo. Mas por nada desse mundo eu queria sair daquela mesa.
Sem dó nem piedade ele enterrou o pau na minha bunda. Eu dei um grito abafado e levei algumas palmadas em troca. Como eu queria berrar, espernear, esmurrar a mesa enquanto era currada! Mas não podia acordar meu marido. O difícil seria dar uma explicação a ele mais tarde.
Aquilo não acabava nunca. Eu sentia uma mistura de dor e prazer, tudo misturado. Não me preocupava mais em ficar quieta. O pau de Ricardo comia meu rabo e não dava mostras que iria parar tão cedo. Cheguei a pedir que ele pegasse mais leve. Gemi, implorei. Foi pior.
Um movimento ao lado da mesa fez com eu abrisse os olhos. Ricardo sentou em uma cadeira próximo a mim e me fitava intensamente, masturbando-se. Mas… se ele estava sentado ali, quem estava me fodendo?
Voltei a cabeça para trás, desnorteada. Para meu espanto e talvez um pouco de terror, quem estava me comendo era Rodolfo. Meu esposo parecia um louco. Ele riu da minha surpresa e continuou. Fiquei excitada.
Ricardo começou a masturbar seu belo pau muito perto do meu rosto. No momento seguinte eu o agarrei e meti todo seu membro na minha boca. A sensação de estar sendo fodida por pai e filho era inexplicável. Decidi que iria aproveitar o máximo que pudesse já que Ricardo iria embora muito em breve.
Quando Rodolfo me soltou, eu desabei no chão, aos pés dele. Ricardo segurou meus cabelos e fez com que eu voltasse a chupar seu pau. Enquanto eu o sugava com paixão, Rodolfo comeu minha bunda mais uma vez. Eu já estava dolorida, acho que sangrei, mas meu gozo quando veio novamente foi inexplicável. Fiquei mole, inerte. Um dos dois me pôs sentada na cadeira. Tonta, senti uma boca na minha buceta. Pela língua percebi que era meu marido. Perdi a noção de tempo e espaço. Não sabia mais quem me chupava e quem comia minha xoxota. A sensação era indescritível, parecia que eu voava.
Certamente foi Rodolfo quem me levou para a cama quando o dia já estava amanhecendo. Acordei-me perto das sete horas da manhã inchada, com dor e vários hematomas na coxa, bunda e peitos. Meu marido estava próximo a janela, fumando, quando entreabri os olhos. Quando ele percebeu que eu me mexia, chegou perto de mim e me beijou. Respirei aliviada. Meu temor era que ele me enxotasse da fazenda depois de eu ter trepado com o seu filho.
− Como você está?
− Bem. – murmurei − Acho que por alguns dias eu não poderei sentar direito.
Rodolfo riu.
− Eu cuido de você.
Ele passou a mão no meu corpo, conferindo o “estrago”. Depois ele concluiu acariciando meus seios:
− Logo você vai se recuperar. E eu vou foder você de novo inteirinha. Sozinho.
− Meu amor… − eu o enlacei com meus braços. Por algum motivo eu estava mais apaixonada ainda por ele – Você foi incrível. Nenhum homem chega a seus pés.
− Eu queria escutar você dizer isso. Por isso deixei você frente a frente com meu filho. Precisava saber que eu ainda dou no couro.
− Como assim? – perguntei, não entendendo direito.
− Eu sabia que você ficaria atraída por Ricardo e ele por você. Meu filho é boa pinta, está noivo de uma virgem. E você… bem, você é louca por sexo.  Somente provoquei o encontro. Disfarcei uma bebedeira e deixei você ficar com um tesão mal resolvido. O resto foi consequência.
− Ricardo saiu a você, querido. – minha língua passeou pelo pescoço de Rodolfo – Mas sexo é sexo. Amor é amor.
− Ele vai embora daqui a pouco. Vou levar os dois até o aeroporto. E você vai ficar aqui, quietinha, me esperando. Promete?
− Prometo. Vou ficar aqui debaixo dos lençóis esperando meu garanhão.
Rodolfo me beijou enquanto acariciava minha xoxota. Depois, com uma piscadinha, saiu fechando a porta.
Escutei vozes do lado de fora. Menos de dez minutos depois Ricardo e Amanda partiram. Desejei do fundo do meu coração que eu não os visse tão cedo. Mas de uma coisa eu tinha certeza. O pau de Rodolfo eu não troco por nenhum outro. Ele é o melhor.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

MEU ENTEADO SAFADO (Parte 4)


A noite caiu e me encontrou mais saciada. Mas não satisfeita. Nunca pensei em trair meu marido. Apesar de nunca ter sido santa, pôr chifres no meu marido era algo impensável. Sempre o amei e o amaria pelo resto da minha vida. Por que eu tive que ficar de quatro justo pelo meu enteado? Com tantos homens no mundo, por que tinha que ser com ele?
Inventei uma dor de cabeça para não ir jantar. Não me senti em condições de enfrentar Rodolfo, Ricardo e a cara de bunda da Amanda. Comi um lanchinho trancada no quarto e meu marido custou a vir para a cama. E quando ele apareceu estava bêbado feito um gambá. Rodolfo simplesmente desabou na cama pegando no sono em seguida. Já passava da meia noite.
De repente me senti sufocada. Vesti meu robe de seda e resolvi ir tomar um ar na varanda. Estava tudo deserto e escuro. E silencioso. Imaginei Ricardo dormindo ao lado da virgem. Será que ele batia punheta todas as noites para saciar seus desejos? Bem que ele podia me fazer uma homenagem e bater uma pra mim.
Não sei quantas horas haviam passado. Acho que cochilei sentada na varanda. Acordei sobressaltada quando escutei uma voz grossa, muito semelhante a do meu marido.
− Perdeu o sono?
Ele estava muito próximo de mim, a ponto de poder sentir o hálito quente de Ricardo na minha nuca. Fechei os olhos. E agora?
− Mais ou menos. – acomodei-me melhor na cadeira, meio dolorida nas costas. Meu corpo vibrava de tesão.
Ricardo puxou outra cadeira e sentou a minha frente. Não tão perto, mas ao meu alcance. Fiquei olhando para minhas mãos desconcertada. Dei graças aos céus por estar escuro para que ele não percebesse o quanto eu tentava me controlar.
− Você está bem?
Criei coragem e o encarei. Mesmo com a parca iluminação eu conseguia enxergar os olhos brilhantes dele. Sim, ele queria meu corpo.
− Um pouco cansada.
Mentira. Eu estava louca para dar. O calor me consumia e eu estava quase arrancando o robe.
− Onde está meu pai?
Ele pretendia me comer, pensei eu, senão não estaria se preocupando com Rodolfo.
− Bêbado, dormindo.
Olhei para o relógio. Já passavam das três horas da manhã. Encarando-o ainda, perguntei:
− Por que você não está com Amanda?
Ele suspirou e fez um gesto com as suas mãos. Elas eram grandes.
− Amanda está dormindo.
−E você? Perdeu o sono como eu?
Ele riu. Eu me desmoronei com o som da sua risada.
− Preciso de um pouco de ar – disse Ricardo enigmático.
Fiquei pensando o que significariam aquelas palavras.
− Posso dizer uma coisa para você? – perguntou meu enteado, chegando um pouco mais perto de mim.
Nem me mexi. Agora nossos joelhos estavam quase se encostando. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo de alto a baixo e se concentrou no meio das minhas pernas.
− O que é? – eu mal respirava.
− Não imaginei que você estivesse tão bonita.
− Obrigada – respondi embevecida. Minhas pernas chegaram a se abrir, inconscientemente. Fechei-as em seguida.
− Meu pai é um homem de muita sorte.
Eu queria desviar daqueles olhos, mas não conseguia. Ricardo parecia um imã. Segurei-me nos braços da cadeira e me mantive desconfortavelmente imóvel.
− Ele sabe disso.
− Só não como você aqui e agora por causa dele.
Ele queria me foder. E eu queria dar. A única coisa que nos separava era um homem bêbado em cima de uma cama, do outro lado da casa.
− Não considero isso um impedimento. – declarei.
Deixei cair a parte de cima do robe e expus um seio. Ricardo lentamente esticou a mão e o segurou. Eu pegava fogo quando ele me puxou para frente e sugou com tanta força meus seios que quase desmontei.
− Vadia. – murmurou ele, ainda lambendo minhas tetas – Como ousa trair meu pai?
− Não é uma traição. – eu procurei avidamente o fecho da calça jeans dele – É somente sexo.
Aquela foi a senha. Ricardo me colocou em pé com uma força surpreendente e jogou meu robe no chão. Fiquei nua. O arzinho frio que soprava não foi suficiente para apagar meu fogo. O pau de Ricardo logo saltou para fora das suas calças e eu vibrei. Bem dotado como o pai.
− Quero sua buceta – urrou ele.
Me deitei em cima da mesa dura e escancarei minhas pernas. Imediatamente senti a língua dele me invadindo, explorando cada pedaço meu. Eu gemia, retorcia-me, tentava não ser escandalosa como era meu normal. De repente senti o pau do meu enteado se enterrando na minha buceta, me rasgando. Minhas costas arquearam e Ricardo me puxou pelos cabelos enquanto me fodia violentamente. Eu adorava cada movimento daquele corpo dentro de mim, arremetendo sem parar. Quando eu gozei deixei escapar um gemido alto, praticamente saciada.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

MEU ENTEADO SAFADO (Parte 3)






Fomos jantar em uma pizzaria na cidade. Ricardo e Rodolfo conversaram muito, deixando eu e Amanda mais isoladas. Até que consegui arrancar algumas informações da menina, contudo meus olhos sempre pousavam em Ricardo. Era difícil resistir. Estávamos sentados frente a frente e assim ficava mais fácil admirá-lo. Por duas vezes Amanda me flagrou com os olhos grudados nele e eu disfarcei fazendo agrados em Rodolfo. Não sei se Ricardo percebeu algo diferente da minha parte. Contudo mais tarde, já na fazenda, quando eu e meu marido nos vimos sozinhos novamente no quarto, atirei-me sobre ele como uma tigresa enlouquecida, louca de desejo. Pelo meu enteado.

Acordei no outro dia toda dolorida. Felizmente Rodolfo estava ansioso para conversar com o filho e não fizemos nosso habitual sexo matutino. Ricardo se levantou primeiro, enquanto sua noivinha frágil e fresca curtia uma leve indisposição estomacal devido à pizza da noite anterior. Beberiquei meu chá imaginando que Ricardo merecia uma mulher de verdade.

Assim como eu.

Novamente meus pensamentos estavam levando-me a caminhos perigosos. Ricardo e Rodolfo conversavam animadamente e pareciam bem distraídos. Felizmente eles não repararam na minha aflição. Eu queria – mas não conseguia – tirar meus olhos do rapaz. Tentava disfarçar bebendo o chá, fazendo de conta que comia a torrada. Porém estava difícil. Eu sentia minha calcinha molhada.

Olhei mais uma vez para Ricardo jurando que seria a última. Depois daquela última olhadinha eu me levantaria daquela mesa, inventaria uma horrível dor de cabeça e me enfiaria direto em uma ducha fria. Mas algo aconteceu. Quando pus meus olhos em Ricardo (sim, era para ser a última vez) flagrei-o com os olhos cravados em mim.
Tonteei na hora. Como uma adolescente babaca, virei a xícara do chá sobre a mesa, derrubei as torradas no chão e minha calcinha encharcou de vez. Rodolfo não desconfiou nada e eu não olhei mais para ninguém. Imediatamente meu esposo chamou a empregada e eu, constrangida, inventei que precisava me limpar e saí apressada até o banheiro.

Entrei debaixo do chuveiro frio e me masturbei ali mesmo, com a porta entreaberta. O gozo veio rápido e intenso e caí ajoelhada no chão, arfante e cheia de desejo pelo meu enteado. Maldito. Como ele se atrevera a virar minha vida do avesso?

Rodolfo apareceu quando eu já estava recomposta. O banho frio me ajudou a apagar metade da minha excitação e eu me sentia mais controlada. Meu marido me disse que daria uma volta pelas fazendas com o filho e me perguntou se eu não me importaria de fazer companhia para a Amanda.

Agradeci a todos os santos por estarem afastando Ricardo da minha presença antes que a situação ficasse insustentável. Os olhos quentes dele sobre mim não saíam da minha mente e aquilo era torturante. Só voltei à sala depois que ouvi o barulho do motor da caminhonete se afastando. E para meu desgosto encontrei Amanda por lá.
Ela me fuzilou com os olhos enquanto tomava uma xícara de café preto. Parecia adivinhar que o noivo estava sentindo uma quedinha por mim. Mas que culpa eu tinha de ser tão gostosa?

Resolvi ignorar a idiota e cumprimentei educadamente:
− Bom dia, Amanda. Passou bem à noite?
Ela ignorou a minha gentileza e disparou:
− Onde está meu noivo foi? Ele saiu e não se despediu de mim.
Não era para menos. Como Ricardo fora se envolver com alguém tão chato?
− Ligue para ele. Seu noivo deve ter celular, não?

Foi a minha vez de ignorá-la. Peguei uma revista e já estava indo para meu quarto quando Amanda perguntou à queima-roupa:
− Eu vi todos os olhares que você lançou para ele ontem à noite.
Voltei-me lentamente.
− Como? – perguntei irônica.
− Pensa que não vi você se jogando para o MEU noivo na pizzaria?
− Sou casada, garota – respondi friamente.
− E eu vou casar com ele.

A fedelha estava claramente me afrontando e aquilo eu jamais iria permitir na minha própria casa. Aproximei-me lentamente e, para minha satisfação, ela recuou. Continuei na direção dela e quando estávamos bem próximas, quase rosto a rosto, eu perguntei:
− Quantas vezes por dia você faz sexo com ele?
Amanda ficou vermelha. Eu havia conseguido tocar no ponto fraco dela.
− Como ousa?
Eu fui em frente sem dó nem piedade;
− Você gosta quando ele mete na sua bucetinha?
Ela não tinha para onde ir. Eu a estava prensando de encontro à mesa. Percebi que Amanda estava agarrada à toalha, tensa.
− Ele já socou o pau dele em você?
− Que linguajar – sussurrou ela furiosa.
− E no seu rabo? Quantas vezes ele já meteu?
− Vadia! – Amanda vociferou. Parecia que a qualquer momento ela se avançaria no meu pescoço.
− Cuidado com o que você pensa que tem – e finalizei ameaçando – Talvez você saia daqui sem nada.

Dei as costas. Um segundo depois Amanda saiu da sala aos prantos, trancando-se no quarto. Eu voltei para o meu onde me masturbei várias vezes aquela manhã. Rodolfo que voltasse logo antes que eu pegasse o primeiro peão que surgisse a minha frente.
Rodolfo chegou somente às três horas da tarde. Enquanto Ricardo foi conferir porque sua noiva virgem continuava encerrada no quarto, peguei meu marido e fiz com que ele me comesse na sauna, no meio do vapor. Uma das empregadas nos flagrou em meio a um delirante sexo anal, mas eu não dei bola. Meu fogo era tanto que eu não podia me dar ao luxo de sentir vergonha. Eu queria mais e mais. Queria Ricardo também. Àquela altura eu já desejava pai e filho.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

MEU ENTEADO SAFADO (Parte 2)





Ricardo chegou em um dia chuvoso. Eu não fui até o aeroporto esperá-lo. Inventei uma dor de cabeça e meu marido foi sozinho. Na verdade eu estava irritada. Detestava perder minha privacidade. Era normal eu andar sem calcinha pela fazenda. E sem sutiã também. Sabia que os empregados flagravam alguma coisa, mas eu não me importava. Rodolfo gostava sempre de me ver bem à vontade e vivia apertando meus seios e minha bunda na frente da criadagem. Não, nunca transamos com plateia, mas essa era uma fantasia que eu tinha. Rodolfo ainda não tinha topado, mas era uma questão de tempo.

Bem, eu estava adequadamente vestida esperando meu enteado chegar com sua noivinha insossa e lendo um livro de sacanagem. Aliás, a única literatura que eu curto ler. Escutei o som da caminhonete de Rodolfo lá fora e suspirei. Por três dias eu teria que bancar a madrasta comportada. Terrível para uma puta assanhada como eu. Transar em silêncio por três dias. Difícil.

Caminhei até a porta para receber os hóspedes. Primeiro entrou uma jovem loira, sem graça e muito magra. Não deveria ter mais que vinte anos. Logo em seguida vinha Rodolfo e meu marido estava com o braço apoiado em um homem que não conheci.

Levei uns cinco segundos para me dar conta que o homem alto e deslumbrante ao lado de Rodolfo era meu enteado. Segurei um suspiro de surpresa. Era quase inacreditável que Ricardo houvesse se transformado tanto. De patinho feio a príncipe encantado. Ombros largos, pernas musculosas e um volume incrível no meio das pernas. Definitivamente, meu enteado havia saído ao pai.

Fiquei meio tonta, mas logo disfarcei. Ricardo foi muito gentil. Beijou-me no rosto educadamente e me apresentou a Amanda, a noiva sem sal. Recuperei-me logo do choque, mas não do tesão. Apesar da presença forte do meu marido – a quem eu amo de paixão – a presença de Ricardo me perturbou assustadoramente. Três dias com aquele homem na minha casa seria um teste de fogo para mim.

Rodolfo estava satisfeitíssimo com a presença do filho único. Levamos o casal até o quarto onde eles iriam ficar – felizmente um pouco afastado do nosso. Amanda quase não abria a boca e me perguntei várias vezes o que um rapaz tão interessante havia visto naquela imbecil. Deixamos Ricardo e a noiva no quarto para descansarem e Rodolfo me levou direto para o quarto. Eu não pude sequer respirar. Meu marido me jogou na cama, arrancou minhas roupas, selvagem. Mas algo estranho aconteceu. Enquanto Rodolfo me comia e me judiava era só em Ricardo que eu pensava. Como ele seria na cama? Teria todo o fogo do pai? Aquele volume nas calças jeans havia me intrigado.

Sem perceber por onde minha mente viajava, Rodolfo fez o que quis comigo e eu me preocupei em ser menos escandalosa. Afinal tínhamos hóspedes. Depois, enquanto ele tomava banho, perguntou:
– O que você achou da minha nora?
Enrolada em uma toalha respondi:
– Sem graça. 
– Você não sabe da maior – disse ele saindo do banho totalmente nu e pegando a toalha que eu estendia – A moça é virgem.
– O quê? – quase gritei. Era impossível. Como era possível alguém ser virgem com um homem como Ricardo ao lado – Você está tirando sarro da minha cara.
– Mas é verdade. Ele me segredou antes de vir para cá. 
– Coitado. E… como Ricardo faz?
– Ora – e Rodolfo sacudiu os ombros – ele se satisfaz com as vadias – e mudando o tom de voz, Rodolfo sussurrou – Infelizmente meu filho não teve a sorte de ter na cama uma cachorra como você.

Cheguei a me arrepiar. Por alguns instantes cheguei a imaginar-me deitada na cama tendo de um lado meu marido e do outro, meu enteado. Como seria ser currada pelos dois? Afastei aquele pensamento perturbador imediatamente. Fiquei com medo que Rodolfo lesse o desejo nos meus olhos.
– Serei sua cadelinha para sempre – e dei um beijo na ponta do nariz do Rodolfo – e nada vai nos separar.
Era isso que eu esperava.

... continua ...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

MEU ENTEADO SAFADO (Parte 1)






Quando eu casei com o Rodolfo ele já tinha quase 50 anos. Era – e ainda é – um coroa gostoso. Me apaixonei logo da primeira vez que eu o vi. Alto, fazendeiro, cabelos ficando grisalhos. E rico, muito rico. Mas mesmo que ele fosse pobre de doer, eu me apaixonaria igualmente. Rodolfo é o cara mais bem dotado que conheço. E olhe que eu já tive muitos homens na minha vida antes dele.

Também não sou de se jogar fora. Muito pelo contrário. Fiz 45 anos semana passada e posso dizer que chamo atenção de muito garotão por aí. Porém se engana quem pensa que ponho chifres na linda cabecinha do meu Rodolfo. Não preciso disso. Rodolfo me dá tudo o que eu quero. No sexo é um expert. Faz tudo o que eu gosto e muito mais. E du-vi-do que ele corra atrás de alguma vadia quando viaja. Mulher como eu, que mexe como eu, ele nunca vai encontrar.

Quando nos casamos e viemos morar na fazenda, meu enteado Ricardo já tinha uns 17 anos. Era um moleque raquítico, com aparelho nos dentes. Um desastre. Nem parecia filho do meu amor. Aliás, sempre suspeitei que a ex-esposa tinha corneado o Rodolfo e dali saído aquela coisinha esquisita, que de tão tímido mal me olhava na cara. Felizmente meu contato com Ricardo foi pouco. Não que eu não gostasse do rapaz. Só o achava muito estranho. Se ficássemos sozinhos, o menino ficava mudo, olhando para cima, com cara de pateta. Eu me esforçava em ser simpática todas as vezes que ele aparecia na fazenda para visitar Rodolfo. Depois desisti. Ricardo era um caso perdido e não seria eu quem o mudaria.

Uns seis meses depois do nosso casamento, a mãe de Ricardo decidiu que iria morar no sul e levou o filho junto. Rodolfo ficou bem chateado e eu dei graças a Deus. Não precisava, sinceramente, daquele encosto na minha vida. A comunicação entre pai e filho se dava por telefone, e-mail, mensagens instantâneas e o que mais a tecnologia apresentasse de novo. Eu me desliguei totalmente do rapaz. E ele de mim. Algumas vezes Rodolfo contava alguma novidade como a faculdade, a formatura, o primeiro emprego, a noiva. Eu me fazia de interessada e logo depois esquecia o assunto.

Tudo aconteceu depois de uma sessão de sexo intensa entre eu e meu marido. Acho que ele escolheu o momento propositadamente. Eu me recuperava na cama quando Rodolfo comentou casualmente:

– Falei com meu filho hoje à tarde.
– É mesmo? – eu estava arfante, sentindo minha vagina ardida – Ele vai bem?
– Sim, vai – depois de uma pausa, Rodolfo prosseguiu – Ele virá nos visitar.

Não gostei daquela novidade. Tentei disfarçar meu desgosto e perguntei de olhos fechados:

– Quando ele chega?
– Depois de amanhã. Com a noiva.
– Que ótimo.

Que merda praguejei intimamente. Eu perderia totalmente minha privacidade com Rodolfo. Nossas trepadas na sala, na cozinha e aonde mais nosso desejo levasse estariam suspensas por algum tempo.

– Quanto tempo, meu anjo? – encarei meu marido fingindo estar muito satisfeita com aquela situação.
– Infelizmente por pouco tempo. Uns 3 dias. Daqui eles vão passar uma temporada no Nordeste.

Respirei aliviada. Seria mais fácil de suportar.

– Bem, que pena. Mas ele poderá nos visitar outras vezes, não é mesmo? – perguntei, sentindo a mão safada de Rodolfo vasculhando o meio das minhas pernas.
– Claro – ele me beijou os lábios. Já estava pronto para a ação de novo.

Esqueci toda aquela conversa sem graça assim que Rodolfo me pôs de quatro e comeu meu rabinho com seu pau delicioso e quente. Vi todas as estrelas possíveis e desabei na cama depois de um orgasmo intenso. Onde eu arranjaria outro homem como aquele?

Continua...

sábado, 8 de setembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012