sábado, 15 de fevereiro de 2014
OUSADIA
A FELICIDADE TAMBÉM RESIDE NA OUSADIA
SE VOCÊ NÃO É SUFICIENTEMENTE FELIZ
TALVEZ NÃO TENHA SIDO OUSADO O BASTANTE
sábado, 28 de dezembro de 2013
AS GÊMEAS
Na empresa ela era vista como uma mulher recatada. Roupas sóbrias, cabelo sempre preso em um coque, Lígia era a imagem da boa moça. E fazia questão de manter esta aparência.
Devia ter uns 30 anos e era secretária de um
dos gerentes da empresa, Tadeu, o mais sem vergonha. No início ele mal a
olhava. Lígia era uma ótima secretária e só abria a boca quando solicitada.
Pontual, se destacava por sua eficiência. Já as colegas, maldosas, chamavam-na
às escondidas de madre superiora. Se ela sabia do seu apelido, era uma
incógnita. E também se soubesse não daria a mínima.
Até que um dia o André chegou com a bomba
explodindo nas mãos. Reuniu dois ou três colegas na copa e disparou:
− A Lígia é dançarina da Mãe Tábatha!
− Oh! – exclamaram os homens abismados. –
Lígia, a virgem?
Mãe Tábatha era o puteiro de mais sucesso da
cidade. As garotas da Tábatha eram gostosas, bonitas e segundo os
frequentadores, faziam de tudo o que o cliente quisesse. Pagando bem, é claro.
− Não é possível – retrucou Tadeu, começando a
suar. – A Lígia é praticamente uma freira. Nunca deve ter pego um pau na vida.
André sorriu malicioso.
− Mas ontem ela estava bem desinibida.
− Vocês treparam? – o pau do Tadeu endureceu.
− Não, cara. Ela não é pro nosso bico. Pelo que
eu percebi, ela só vai com quem tem muita grana.
A curiosidade tomou conta do macharedo. Mas e
aí? Como seria a Lígia debaixo de toda aquela roupa?
− Espetacular – André chegou a queimar a língua
com o café. – Peitão sem silicone. As coxas na medida certa e o rabo…
Olhos ansiosos. Paus eretos.
− A Lígia tem uma bunda perfeita. Ela sabe como
dançar. Empina bem o rabinho para cima, rebola, agacha, sobe bem devagar. O
biquíni era mínimo. Sorte do pau que tem a chance de comer aquele bundão.
Tadeu saiu dali direto para o banheiro onde
bateu uma punheta selvagem. Bem que tentou ser silencioso mas quando abriu a
porta deu de cara com um dos chefes.
− Tudo bem, Tadeu?
− Ô – respondeu ele, abrindo a torneira para
tirar a porra das mãos.
Ele voltou para sua sala se perguntando como
iria encarar sua secretária dali para frente, agora que sabia da sua vida
secreta. Lígia mal o olhou. Digitava ferozmente um relatório e se limitou a
dizer, com sua voz fria e compenetrada:
− O senhor tem uma reunião daqui a dez minutos.
− Ah? Como? Sim, sim... Muito obrigado.
Tadeu se fechou na sala, o pau mais uma vez
manifestando-se dentro das calças. Precisava urgentemente visitar a Mãe
Tábatha.
Por uns dois dias seguidos Lígia percebeu que
os colegas a olhavam de um modo diferente. A princípio não deu importância.
Talvez fosse passageiro.
Mas não era. Os olhares permaneceram fogosos e
lascivos. Não demorou muito para ela se dar conta que tudo havia sido
descoberto. Meu Deus!
Naquela noite Lígia chegou em casa perturbada.
Abriu a porta nervosamente e avançou em direção ao quarto. Lá dentro, uma
mulher exatamente igual a ela estava sentada em frente à penteadeira,
mirando-se no espelho atenta.
− Oi, maninha! Como foi seu dia?
Lígia encarou a irmã gêmea que passava um batom
vermelho incandescente.
− Sabe que os homens adoram quando eu faço
boquete com este batom? Ei, por que você está com esta cara horrível?
− Laura, eles descobriram tudo!
− Eles quem? Descobriram o quê?
Lígia largou a bolsa em cima da mesa e se
aproximou da irmã.
− Meus colegas. Alguém deve ter visto sua
apresentação na Mãe Tábatha e pensado ser eu!
− Não esquente – tranquilizou Laura, ajeitando
os longos cabelos. – Não trepo com pobre. Seus coleguinhas não tem cacife para
me bancar.
− Mas eles pensam que eu trabalho em um
puteiro!
− E qual é o problema? Assim você perde um
pouco da sua fama de moça virgem.
− Laura!
− Ei, confie em mim. Darei um jeito nisso se
eles incomodarem você, ok?
Os colegas de Lígia não lhe deram trégua, no
entanto. A cada dia que passava ela sentia os olhares gulosos dos caras
tentando enxergar o que havia por baixo das suas roupas comportadas.
Horrorizada, Lígia chegou a escutar um papo que eles estavam se combinando de
visitar Mãe Tábatha no final do mês para uma noitada daquelas.
Mas o pior de todos era o Tadeu, o chefe dela.
Acometido de um tesão profundo pela deliciosa secretária, ele não parava de lhe
lançar olhares pervertidos e charadinhas de mau gosto. Certa manhã Lígia sentiu
a mão dele passar sorrateiramente na sua bunda. Ela ficou chocada. Aquilo tinha
sido intencional. Quando Lígia não suportou mais a pressão, caiu doente.
Quando Laura viu sua irmã ardendo em febre, sem
condições de sair da cama um dia de manhã, decidiu que iria trabalhar no lugar
dela. E um plano rapidamente se formou na sua mente.
Depois de medicar Lígia, a gêmea pegou as
roupas decentes da irmã, vestiu-as e se olhou no espelho. Sim, estavam idênticas.
Mas um olhar mais atento saberia que algo ali não estava no seu lugar. Laura
mal podia esperar para chegar na empresa.
Ela chegou dirigindo o carro de Lígia. O
porteiro a cumprimentou normalmente, talvez reparando que o andar da secretária
do seu Tadeu estava um pouco mais sensual. Será? Laura se dirigiu calmamente ao
quarto andar da empresa, cumprimentando seus colegas como se nada errado
estivesse acontecendo. Olhou para o relógio. Estava meia hora atrasada. Quando
abriu a porta da sala se deparou com Tadeu atendendo a uma ligação. Laura
colocou suas coisas na mesa e esperou o chefe encerrar a conversa.
− Estes telefones já tocaram mais de mil vezes.
Tive que sair da minha mesa para dar um jeito nisto aqui.
− Bom dia, seu Tadeu – cumprimentou Laura
friamente.
A reação dela o surpreendeu. Ultimamente sua
secretária andava muito nervosinha por terem descoberto suas putarias fora do
expediente.
− Er… Bom dia. Passe no meu gabinete, por
gentileza.
Laura mal o olhou. Arrumou suas coisas,
organizou a mesa e esperou um minuto ou dois. Quando entrou na sala de Tadeu,
trancou a porta sem que ele percebesse. Ele só foi se dar conta da presença da
secretária quando a mulher já estava bem perto, deixando o longo vestido pelo
meio do caminho.
− Lígia, o que é isto?
Laura sentou no colo dele de calcinha e sutiã e
logo sentiu o pau duro do Tadeu forçar as calças.
− Então… Me conte o que você quer, meu cachorrinho.
Por que você vem me olhando tão fogoso este tempo todo?
Tadeu mal pôde acreditar. Lá estava ela, sua
comportada secretária, seminua e montada no seu colo. Mal podia esperar para
contar para os outros aquela façanha.
− Quero comer sua bundinha. Estou alucinado por
ela.
Laura voltou a ficar em pé. Sem nunca tirar os
olhos dele, fez um mini streap-tease e em menos de 15 segundos estava
inteiramente nua.
− Tá bom pra você? – perguntou ela cutucando o
pau duro de Tadeu com o pé.
− Vira de costas. Quero ver sua bunda gostosa.
Tadeu se deparou com uma das mais belas bundas
que já vira na vida. Perfeita, macia e empinada, do tamanho certo para uma
excelente metida. Mas quando ele a tocou, Laura afastou a mão dele dizendo:
− Quero ver o tamanho do seu pau agora.
Levante-se.
Ele fez o que ela pediu. Pensando no celular
guardado no bolso do paletó, achou que seria uma delícia tirar umas fotos
daquele rabo espetacular.
Com as calças e cuecas arriadas, Tadeu exibiu o
tamanho do seu potencial e Laura segurou o riso. Coisinha sem graça mesmo duro.
Imaginou aquele cacete entrando e saindo dela. Nem por todo o dinheiro do
mundo.
− Deita aí.
Laura ordenou com a voz fria. Tadeu piscou.
− Hein?
− Deita na mesa.
− Mas quem tem que deitar é você.
Os conhecimentos de artes marciais de Laura
deixaram Tadeu deitado sobre a mesa, praticamente imobilizado. Com o rosto
enfiado de encontro à mesa, Tadeu sofreu um princípio de pânico. O que aquela
maluca iria fazer com ele?
− Relaxa, meu bebê – sussurrou ela roçando a
buceta na bunda sem graça do Tadeu. – Você vai adorar esta nova experiência.
O contato da xoxotinha dela o excitou. De novo
o pau começou a incendiar. Aquela mulher era doida. De repente ele sentiu seu
cu sendo arrombado por algo grosso e duro, mais do que sua anatomia podia
comportar. Ele tentou se virar para ver o que era aquilo, mas Laura o segurou.
No quadril dela havia uma espécie de cinto com um caralho preso na ponta. Era
com aquilo que estava sendo arrombado sem dó nem piedade.
Sem nem poder chamar por socorro, Tadeu sentiu
medo no início. E muita dor. A situação piorou quando percebeu que Lígia estava
tirando fotos com o celular. Ou filmando. Ou as duas coisas. Na certa, a
desgraçada iria postar no You Tube ou na intranet da empresa.
À medida que aquele trabuco cravava no seu cu
adentro, Tadeu escutava o que a piranha dizia. E sem poder admitir, ele começou
a curtir ser enrabado.
− Geme, meu amor… Geme mais alto.
E ele gemeu. Um tapa forte voou na bunda murcha
dele.
− Rebola este traseiro pra mim, vai... Você
consegue. Faz de conta que eu sou um moreno alto, musculoso e que adora um cu.
Tadeu rebolou. Primeiro, desajeitado. Depois
pegou gosto pela coisa. Laura filmou tudo, até a violenta gozada que manchou o
carpete debaixo da mesa, com um urro que foi ouvido até na sala da presidência.
Fim dos trabalhos, Tadeu restou prostrado de
rabo aberto em cima da mesa, querendo mais. Laura se vestiu calmamente, pegou
seus acessórios e aprontou-se para ir embora. Tadeu finalmente ficou em pé (já
que sentar levaria um tempo) e perguntou:
− O que você vai fazer com a gravação?
− Para sua informação, minha irmã Lígia está
doente e não vai poder vir hoje. Se eu fosse você não descontaria este dia de
trabalho. Ah, e se você continuar perturbando minha gêmea, pode ter certeza que
sua performance será apreciada por muito mais gente que você imagina. Tenha um
bom dia.
Tadeu ficou paralisado por cerca de dez
minutos. Meia hora depois tinha pedido demissão da empresa.
PARA SER FELIZ
ANTES EU PROGRAMAVA PARA SER FELIZ EM UM FUTURO DISTANTE.
DEPENDIA DA CONQUISTA DE VÁRIAS COISAS A MINHA TAL FELICIDADE.
ENTÃO DECIDI PARAR DE ME BOICOTAR E SER FELIZ COM O QUE EU TENHO. E
OS MEUS SONHOS SE REALIZARAM NATURALMENTE.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
ME PEGA
ME PEGA, ME RASGA, ME
DESCABELA
ME PUXA, ME BATE, ME
SACODE
UM POUCO DE CARINHO NÃO
FAZ MAL A NINGUÉM.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
ONLY FOR YOU
Para você que me odeia eu desejo:
Muita paz no coração
Dinheiro
Grana
Sucesso
Saúde
Amor
Energia
Só que não
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
O ACAMPAMENTO (FINAL)
7
Sílvia chorava abraçada a um
travesseiro. Fabi, preocupada, tentava consolá-la:
− Não perca seu tempo chorando
por aquele boçal, Sílvia.
− Artur disse que eu fiz um
boquete nele! Mas eu estava dormindo! Dor-min-do!
− Ele estava bêbado. 90% do
pessoal bebeu e foi dormir. Ele sonhou.
− Eu quero ir embora.
Fabi se desesperou. Se Sílvia partisse
ela não poderia invadir o acampamento novamente e atacar Artur. Precisava da
amiga por lá para poder se passar por ela.
− Não dá. Lembra que sua mãe
assinou uma declaração que você só pode voltar com a escola?
− E o que eu faço?
− Nada. Deixe-o falar.
− Não vou à festa nenhuma mais.
Hoje a noite vou ficar aqui – Sílvia declarou indignada.
− Tudo bem. Eu fico com você – retrucou
a outra, mais aliviada.
− Ai, linda – e Sílvia segurou as
mãos de Fabi. – Onde vou encontrar uma amiga como você?
Fabi sorriu, sem jeito. Se ela
soubesse…
8
A noite chegou e com ela os preparativos para outra festa de
arromba. Sílvia, como uma boa menina, sacou da sua mochila as agulhas de tricô
e várias linhas. Quando Fabi perguntou o que era aquilo, ela respondeu
docemente:
− Um blusão para o mô.
− Ah…
Ao redor das duas, as outras garotas soltavam gritinhos
enquanto se arrumavam. Muitas bocas vermelhas, minissaias apesar do frio da
serra, todas parecendo muito empenhadas em fazer daquela última festa a melhor
de todas. A partida seria no domingo, após o meio dia. Sílvia estava louca para
ir embora. Fabi nem tanto. Não sem antes fazer outro boquete demorado no Artur.
As colegas saíram em bando para a festa por volta das dez
horas da noite. Sílvia, bocejando e largando o tricô de lado, anunciou:
− Quer saber de uma coisa? Vou dormir.
− Mas já?
− Estou morrendo de sono. Você não?
− Muito.
Por dentro Fabi incendiava. Ela sentia tudo, menos sono.
Estava disposta a ficar acordada a madrugada inteira somente esperando o grande
momento chegar. Queria fazer Artur feliz novamente. Será que ele acreditara em
Sílvia ou desconfiava que fora outra mulher quem lhe fizera o boquete? Isto não
importava. Outra chance como aquela não apareceria nunca mais e Fabi não estava
nem um pouco a fim de desperdiçar aquela grande oportunidade.
Sílvia pegou no sono logo. Fabi ficou acordada. De olhos
fechados, fingiu que dormia quando as colegas chegaram por volta das 3 horas da
manhã. Em menos de 20 minutos todas dormiam. A maioria tinha bebido demais.
Quando o relógio bateu 04h15min da madrugada, Fabi repetiu o roteiro da noite
passada. Vestiu o casaco, escondeu a peruca e saiu de fininho do alojamento. Lá
fora a noite estava muito fria. Por dentro, Fabi queimava.
9
Ela empurrou a porta do
alojamento masculino e se encaminhou até a cama de Artur. O garoto dormia
pesadamente. Sem perder tempo, Fabi se aproximou e começou a repetir toda a
operação da madrugada anterior. Com mais desembaraço, conseguiu puxar as calças
de Artur. Logo o pau saltou e ela logo sentiu as calcinhas úmidas. Colou a boca
no cacete dele e deu duas sugadas fortes.
Mas algo estava diferente. Na noite passada o pau dele estava com outro
sabor. Humm... mas até que estava bom.
De repente a luz acendeu. Fabi
recuou e caiu sentada no piso frio. O alojamento todo estava iluminado. O
professor de geografia a encarava surpreso. Ele puxou as calças para cima e
arrancou a peruca dela.
− Fabíola! O que você está
fazendo?
− Preciso explicar? – murmurou
ela, vermelha de vergonha.
Artur surgiu de repente ao lado
dela. Estava mais espantado que o professor.
− Então foi você quem me chupou
ontem?
Fabi continuou sentada no chão,
esperando que um buraco se abrisse e ela desaparecesse para sempre. Todos os
meninos a encaravam divertidos. Sua mãe iria lhe matar…
10
A notícia correu logo. Fabíola
estava na boca do povo já na hora do café. A história da peruca loira e o
boquete em Artur e no professor de geografia renderia histórias para todo o ano
letivo e além. Sílvia, quando soube do ocorrido, entendeu tudo. A peruca era
exatamente igual ao seu cabelo, por isso Artur a abordara. Indignada, Sílvia
rompeu relações com Fabi, jurando que nunca mais olharia para sua cara. Já as
outras colegas a olhavam em um misto de inveja e admiração. Admiração? Sim,
pois Artur já espalhara para todo mundo que o boquete de Fabi havia sido
perfeito. Ela já aguardava uma punição severa e não sabia o que diria para seus
pais quando chegasse em casa.
A viagem de volta foi um
martírio. Fabi colocou um capuz na cabeça e os fones de ouvido para não ouvir
as brincadeirinhas dos colegas. Mas o pior de tudo era sua amizade com Sílvia
haver terminado. Não importava ser expulsa da escola, sofrer buliyng ou o
castigo dos pais. Sua grande amiga e mentora agora a odiava. E com razão.
O escândalo realmente foi grande.
Tão grande que Fabíola trocou de escola e perdeu a grana da mesada por tempo
indeterminado. De repente tudo havia mudado. Novos colegas, ausência da Sílvia
(a pior coisa) e saudade do pau do Artur. Os meninos da sua sala não lhe
causaram nenhuma emoção – ou calor – em especial. Em suma, eram todos uns
bostas. Fabi, com toda sua experiência em boquetes, começou a pensar na
hipótese de atacar algum professor.
O de Química parecia ser bem
dotado...
Mas algo aconteceu. Na sua
segunda semana de escola nova o celular de Fabi tocou. No visor um número
estranho. Puxa... talvez fosse Sílvia. Cheia de esperanças, ela atendeu
afobada:
− Alô?
− Fabi? Sou eu. O Artur.
As pernas dela tremeram. Artur?
Mas como ele descobrira seu telefone?
− Oi… oi, como vai você?
− Tudo legal. E aí? Topa dar uma
voltinha?
sábado, 5 de outubro de 2013
O ACAMPAMENTO (PARTE 2)
4
Fabi não perdeu tempo. Afastou a
coberta e foi lentamente abaixando as calças dele. Artur ligeiramente se mexeu,
mas não acordou. As cuecas desceram junto e logo saltou seu pau, grosso e pronto
para receber a boca ávida da Fabi.
Ela não tinha tempo a perder.
Lembrando-se de tudo o que aprendera, Fabi encaixou sua boca no cacete do
Artur, lambendo de alto a baixo. Queria sentir o gosto, se era tudo mesmo o que
Sílvia havia anunciado.
Era. Que delícia. Nossa, chupar
um pau era muito bom. Ela não tinha muito tempo. No máximo uns cinco minutos.
Não podia correr o risco de alguém ou o próprio Artur acordar da bebedeira e
descobrir que não era Sílvia e sim, ela.
Fabi sugou apaixonadamente o pau
de Artur, perdendo um pouco a noção do tempo. Afagou as bolas e as lambeu e
beijou como se fosse a última vez que fosse fazer aquilo. Talvez fosse mesmo.
Depois de alguns minutos, ele gemeu e Fabi subitamente tirou a boca. Artur a
olhava, meio zonzo.
− Silvia? – murmurou ele, sem
poder acreditar.
A garota balançou a cabeça
fazendo que sim e Artur se acomodou melhor para receber aquela boca macia. Ele
mal podia acreditar. Sílvia finalmente havia se rendido. Era louca! Fazer um
boquete no meio do alojamento era simplesmente incrível.
Artur segurou a cabeça dela e a
forçou para baixo. Ela continuou em um boquete fantástico. Chupou, lambeu,
beijou a cabecinha do seu cacete inúmeras vezes. Adorou quando ela massageou
aquele lugarzinho mágico entre seu cu e o pau. E quando a Sílvia fez o fio
terra, Artur não aguentou. Gozou na boca da garota, segurando alguns gemidos.
Quando se recuperou, agora acordado, ela já havia desaparecido.
Mas aquilo não havia sido um
sonho.
5
Silvia se acordou com um barulho de água e com a cama vazia
ao seu lado. Fabi? Era ela quem estava no banheiro? Encontrou a amiga lavando a
boca, totalmente vestida. Não havia sequer tirado aquele casaco horroroso que
ela teimava usar.
− Fabi? Você está bem? Está vomitando?
− Não – respondeu Fabi, tentando
tirar a porra do Artur da sua boca. – Só estou com sede.
− Achei que você estivesse
passando mal.
− Estou ótima – garantiu. E como
estava. Sentia-se a super mulher. Artur havia delirado com seu boquete. Pena
que por enquanto o garoto não poderia saber que havia sido ela. Quem sabe em um
futuro próximo...
− Bem, vamos voltar para a cama.
Daqui a pouco vai amanhecer.
Fabi aconchegou-se mais ainda no
casaco, temendo que a amiga reparasse na peruca loira. Mas nada aconteceu.
Sílvia caiu dura na cama e Fabi teve sonhos maravilhosos, onde era a garota
mais sexy da escola e todos os garotos a desejavam.
Durante o café da manhã, Fabi
reparou que Artur não parava de olhar para Sílvia, que não percebeu a
intensidade dos olhares do colega. A conversa entre os dois só foi rolar mais
tarde, durante o passeio de compras no centro da cidadezinha. Fabi se distraiu
e foi o bastante para Artur se aproximar de Sílvia dentro da loja. De longe ela
observou, curiosa, o papo que se desenrolava. Mas não se preocupou em ler
lábios. Sílvia lhe contaria tudo mais tarde. E, pelo visto, sua amiga não
estava gostando nada, nada daquela conversinha.
6
Sílvia estava experimentando uma
pulseira quando sentiu alguém perto lhe rondando. Antes que se voltasse para
ver quem era, escutou uma voz muito perto do seu ouvido:
− Oi…
Ela deu um pulo para o lado.
Artur a encarava com um jeito meio estranho, quase íntimo.
− Oi.
Ela deu-lhe as costas novamente.
O garoto insistiu.
− Achei incrível seu desempenho.
− Ah… − fez ela, acreditando que
Artur se referia a sua performance na pista de dança. – Eu adoro dançar.
− Opa! Não estou falando sobre
isto.
Sílvia resolveu o encarar de vez.
Desconfiada, perguntou:
− Está falando sobre o quê,
então?
− Sobre o boquete… − sussurrou
Artur.
A cara de asco que Sílvia fez
surpreendeu-o totalmente. Ela praticamente vomitou em cima dele enquanto dizia:
− Boquete?
Toda a loja escutou. Artur se constrangeu. Algo
estava errado. Aquela garota era louca.
− Sim, eu…
− Eu só faço boquete no meu
namorado! E só!
− Mas e ontem à noite?
− Ontem à noite eu dancei e fui
dormir.
Ela estava à beira de um surto.
Sentia-se ultrajada.
− Dormir? E o meu boquete? Quem
fez?
− Não sei!
Descontrolada, Sílvia atirou a
pulseira sobre o rapaz e saiu correndo da loja. Pegou Fabi pelo braço e a
arrastou até o acampamento aos prantos.
... continua...
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
O ACAMPAMENTO - PARTE 1
1
Silvia era a garota mais desejada
da escola. E a mais invejada pelas meninas. Vivia rodeada pelas outras que
copiavam seu cabelo, roupas e ate o jeito de falar. E sua melhor amiga, a única
que Sílvia confiava de verdade, era a Fabi.
Fabi. A patinho feio da escola.
Mesmo que um dia ousasse imitar Sílvia, jamais conseguiria. Cabelo escorrido,
castanho sem brilho e magra demais. Bem ao contrário da exuberância loura da
amiga, cujos peitos e coxas pareciam querer saltar das roupas.
Mesmo assim, com todas as
diferenças, as duas se davam muito bem. Era para Fabi que Sílvia contava suas
aventuras com o namorado, as brigas, as dores e as alegrias. Fabi a adorava de
verdade, mesmo que no fundo se ressentisse com a invisibilidade que lhe cabia
quando estava ao lado da amiga. Não reclamava. Sílvia era muito legal. E
ultimamente começara a lhe dar dicas. De como se vestir, caminhar, olhar para
os meninos…
De como fazer sexo.
Aos 17 anos podia se dizer que
Sílvia já possuía uma boa experiência sexual. Ela namorava um cara mais velho,
que fazia faculdade e, portanto, devia saber muita coisa. Sílvia era uma boa
aluna. Aprendeu tudinho e decidiu que sua feiosa amiga Fabi também tinha
direito de saber das coisas. Pelo menos na teoria.
E Fabi era uma boa ouvinte.
Quando as duas se viam sozinhas, longe das colegas, irmãos e pais, Sílvia assumia
seu ar professoral. Fabi escutava a tudo com todos os neurônios ligados. Não
tinha a menor ideia de quando começaria a pôr em prática os brilhantes
ensinamentos da amiga, mas havia uma luz no horizonte. Um evento muito
importante se aproximava.
O acampamento.
As férias de inverno estavam
prestes a começar e o acampamento era a grande atração dos alunos do terceiro
ano. Festas, paqueras, sexo. Fabi queria muito ir. Estava afim do Artur, o gato
mais popular da escola e que nunca tirava o olho da Sílvia. Com os
conhecimentos que obtivera da sua amiga, Fabi tinha certeza de que poderia
passar uma noite inteira com ele e satisfazê-lo por completo. No entanto, Artur
primeiro precisava saber que Fabi existia.
2
Seriam três dias de muita
loucura. Pelo menos foi isso que os alunos do 3º ano prometeram. Com muitas
recomendações que entraram por um ouvido e saíram pelo outro, todos subiram à
serra em um ônibus da escola prontos para tornar aquele final de semana
inesquecível. Para Fabi as coisas não começaram muito bem. Artur foi mais
rápido. Antes que ela tomasse lugar ao lado da amiga, o garoto chegou primeiro
e foi xavecando inutilmente Sílvia até chegarem ao acampamento, em uma viagem
que durou duas horas. Sílvia pouco o olhou. Ficou o tempo todo no celular
fingindo que olhava as mensagens, respondendo aos monossílabos ou observando a
paisagem. Fabi foi obrigada a sentar ao lado da Debora, uma garota chata e que
pensava ser Sílvia. O papo foi tão enfadonho que Fabi dormiu na metade da
viagem e só foi acordar com o friozinho cortante da serra, agarrada na mochila.
Sim, pois dentro da mochila havia algo que ninguém podia saber que ela havia
trazido.
A peruca loira.
Se sua melhor e fiel amiga
soubesse, certamente a amizade seria cortada naquele momento. Mas Fabi esperava
que ela jamais descobrisse ou, se isso acontecesse, que a perdoasse. Seu plano
era o seguinte: depois das festas, com todo mundo bêbado ou quase, invadiria o alojamento
masculino e atacaria o Artur. Disfarçada com a peruca loira. Longe de estar
sóbrio, o garoto seguramente pensaria ser Sílvia. E se entregaria a uma noite
de sexo com Fabi. Era a única maneira, por enquanto, de conseguir uma boa
transa com alguém que prestasse. E depois… bem depois era outro assunto.
3
Meninas de um lado, meninos de
outro. Era assim que funcionava. Os professores escalados para acompanhar e
fiscalizar aquela trupe de loucos prometeu que ninguém iria invadir o
acampamento de ninguém. Mentira. Sempre um ou outro dava uma escapadinha. Fabi estava
ansiosa por participar da festa logo mais. Sílvia nem tanto. Sofria de saudades
do namorado e ameaçou não ir. Fabi implorou. Sentia-se segura somente ao lado
dela. As outras garotas também pediram. E lá se foram todas.
Enquanto os outros bebiam álcool
e os professores faziam vista grossa, Fabi ficou só no guaraná. Mas Sílvia
resolveu se soltar. Deu um show na pista de dança para tesão do Artur e dos
outros garotos. As colegas se esforçaram para acompanhá-la na performance, mas
não teve jeito. Sílvia arrasou, esnobou os garotos e antes das duas horas da
manhã decidiu que iria voltar para o acampamento e dormir. Fabi que até então
tentara inutilmente chamar atenção de Artur ou de qualquer outro garoto,
decidiu abandonar a festa também. Seus planos continuavam em pé.
Sílvia pegou no sono logo que
encostou a cabeça no travesseiro, esgotada. Fabi manteve os olhos abertos. A
festa durou até às três horas da manhã, quando os professores resolveram mandar
todo mundo ir dormir, já quem nem eles próprios se aguentavam em pé. Fabi escutou
quando as colegas voltaram para o alojamento, algumas falando mais alto por
estarem bêbadas. Logo o silêncio reinou. Ela consultou as horas. 4:30 da manhã.
Sorrateiramente, Fabi abriu a
mochila e colocou a peruca por dentro do casaco. Pé ante pé saiu do alojamento,
mal respirando, e ganhou a noite. Lá fora estava frio, muito frio, porém Fabi
estava pouco se lixando. Colocou a peruca quando já estava próximo do
alojamento masculino. A porta estava entreaberta. Fabi respirou fundo e entrou.
Todos dormiam. Sabia onde estava Artur. Era perto da porta. Ouvira ele se
gabando disso para seu amigo, pois assim ficava mais perto de poder dar uma
escapadinha.
Fabi logo o encontrou. Ele
dormia, lindo e bêbado. Não havia nem tirado a roupa. Era todo dela.
Todinho.
sábado, 21 de setembro de 2013
STRIP- TEASE
Ela havia se
mudado há pouco tempo para o condomínio. 30 anos, loira, corpo bem estruturado.
Solteira e pouco se lixando para isso. Sabia que podia ter o homem que quisesse
quando desejasse isso. Era só estalar os dedos.
A janela do seu
quarto era de fundos e dava para outra torre de apartamentos. Privacidade não
havia muita. Às vezes, quando queria se divertir um pouco, apagava as luzes e
ficava observando tudo o que se passava na casa dos vizinhos. O casal de
velhinhos – eles não tinham muita graça −, o casal mais jovem que gostava de
transar em cima da pia da cozinha, a solteirona do 3º andar, os gays do 5º. Era
legal ficar olhando a rotina dos outros.
Logo percebeu
que sua vida também estava sendo observada. Era o vizinho do 7º andar. Nunca o
havia visto frente a frente, mas de longe ele parecia ser interessante. Quem
sabe não seria a sua próxima transa? Algumas vezes, enquanto se penteava em
frente ao espelho podia enxergá-lo sorrateiro atrás da cortina, com um binóculo.
Era engraçado. E ela resolveu excitar seu vizinho somente para ver se o homem
seria capaz de aparecer na sua porta de pau duro.
Era noite. Ela
chegou do trabalho cansada e largou a bolsa em cima da cama. Sem querer se
deparou com o vizinho já lhe cuidando. Sorriu. Sim, seria naquela noite que
faria um strip-tease básico. Não precisava ser muito elaborado. O melhor ficaria
para quando se encontrassem pessoalmente. Se valesse a pena, é claro.
Ela começou
tirando os sapatos, sentada no banquinho da penteadeira. Salto alto, dourado.
Jogou-os para o lado e ficou em pé. Espreguiçou-se, esticando-se toda. Ficou de
costas para a janela e começou a tirar a blusinha, mexendo os quadris em uma
dança sensual. O sutiã vermelho destacou-se na sua pele branca e ela imaginou
que o homem devia estar ajustando o binóculo.
Ainda rebolando
sexy, ela se virou e jogou os cabelos loiros para trás e olhou de soslaio para
a janela. Ele estava lá. O cara já havia tirado a camisa. Será que estava com
calor? A mulher continuou. Abriu o sutiã e os belos seios saltaram
imediatamente para fora. Ela acariciou os seios vagarosamente, apertou-os,
soltou. A barriga lisinha trazia um piercing e ela se acariciou até o meio das
pernas.
O cinto das
calças justas de jeans começou a ser aberto. Ela parou de rebolar. Colocou um
pé em cima da cama e foi puxando o cinto até ele sair todo. Atirou-o no chão e
novamente se endireitou. Olhou para cima. O homem não disfarçava mais. Com os
olhos grudados nela observou-a tirar as calças e revelar coxas generosas e uma
calcinha vermelha igual ao sutiã. A calcinha era diminuta, mal tapava seu
corpo.
Ela ficou de costas novamente e mostrou ao seu admirador uma bunda
perfeita. Olhando por cima do ombro, diretamente para ele, a mulher abaixou um
pouco a calcinha. Deu uma reboladinha e decidiu abaixar a calcinha um pouco
mais, revelando então todo seu rabo.
No outro
apartamento o homem arfava. Aquela bunda era demais. A marca diminuta do
biquíni o deixou de pau duro. Ela se virou para frente e mostrou a bucetinha
sem pelos. A calcinha foi atirada longe. Nua. A mulher estava completamente
nua.
Sem sentir
vergonha alguma, ela sentou no banquinho da penteadeira e abriu as pernas,
expondo sua buceta. Lambeu um dedo e introduziu no seu corpo vagarosamente.
Ficou algum tempo tirando e botando o dedo, com um sorriso lascivo. Depois,
excitada, não se fez de rogada. Encontrou o clitóris e começou a massageá-lo.
Primeiro suavemente. Mas à medida que prosseguia, a excitação aumentava. Sua
buceta estava molhada, o cuzinho também. Ela pôs-se de pé e ficou de costas para
a janela. Aquela altura não havia somente um vizinho. Havia vários na janela.
De adolescentes a mulheres, a plateia cresceu. Ela não se importou. Inclinou-se
para trás, mostrando sua bunda. Ela abriu as pernas, queria que todos a vissem.
Continuou tocando o grelhinho, rebolando, gemendo. Alcançaria o gozo em breve.
Adorava estar sendo vista e desejada.
O orgasmo veio
logo e suas pernas fraquejaram. Ela caiu no chão, de joelhos, com um grito de
satisfação. Ficou ali um tempo, recuperando-se. Depois olhou para eles. Os
vizinhos ainda continuavam lá. Levantando-se, ela caminhou até o interruptor de
luz. O quarto ficou escuro. O espetáculo acabara.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
A VIDA NÃO PRESTA
Foi paixão à primeira
vista. Tiaguinho. 19 anos. Jogador de futebol em ascensão. Eu, que jamais me
prestara a assistir a um jogo de futebol, de repente me vi ardorosa torcedora
do Time. Moreno, simpático, falante. Ele aparecia em todos os lugares. Encantei-me
com suas fotos, as jogadas, o corpo. Enlouqueci por aquele garoto e minha vida
passou a girar em torno dele. Gastava toda a grana do estágio em revistas de
futebol e produtos do Time. Assistia a todos os jogos do Tiaguinho na TV,
sofrendo a cada falta, a cada dividida. Sonhava com ele de noite e de dia, de
olhos abertos e fechados. A parede do meu quarto estava lotada de fotos do meu
amor. E na minha inocência eu acreditava que casaria com ele um dia.
Foi então que a Cris,
minha melhor amiga, veio com uma proposta irrecusável. Atravessar a cidade e ir
até o clube assistir o Time treinar. E, quem sabe, até conseguir um autógrafo
do Tiaguinho. Pirei. No outro dia, escondida da minha mãe, matei aula e junto
com Cris rodamos duas horas de ônibus, ansiosas, tensas, dando risadinhas.
Vesti uma minissaia e botas, achei que estava arrasando. Ah, eu sabia que quando
ele pusesse os olhos em mim ficaria fissurado.
Passei todo o treino
grudada no alambrado, berrando o nome dele a cada toque de bola. Não apenas eu,
mas uma legião de garotas igualmente apaixonadas pelo Tiaguinho. A cada lance,
mais gritaria. E assim foi até o final. O treino acabou e eu e a Cris ainda
ficamos por lá. Jamais arredaria pé enquanto não falasse com ele. Aos poucos o
lugar foi esvaziando e restamos somente nós duas naquele fim de mundo. Os
carros dos jogadores começaram a sair. Eu estava ansiosa. Tiaguinho passaria
por ali a qualquer momento.
Tudo aconteceu muito
rápido. De repente um flamante carro negro e rebaixado atravessou os portões.
Era ele! Eu e Cris nos precipitamos na sua direção, chamando-o histéricas.
Tiaguinho parou o carro. Atendeu-nos gentilmente. Para mim rabiscou
displicentemente seu nome no caderno que lhe estendi. Para Cris ele esticou o
olhar, sorriu, tirou foto e ainda lhe passou o número do celular em um
pedacinho de papel. Partiu dando uma piscadinha para ela. Ao meu lado minha
amiga exultava, enquanto eu segurava minhas lágrimas de máxima rejeição. Tiaguinho
mal me olhara. Minha vida perdeu a cor. Joguei meu caderno no lixo e voltamos
para casa. Enquanto Cris ria sozinha dentro do ônibus, eu amaldiçoava o mundo.
A vida não presta.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
LINHAS DOURADAS
VOCÊ É O AUTOR DAS SUAS
PRÓPRIAS LINHAS
ESCREVÊ-LAS DOURADAS OU NÃO É
POR SUA CONTA.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
PEDRAS
SABE AQUELAS PEDRAS QUE TROPEÇAMOS DURANTE NOSSA CAMINHADA?
ISSO ACONTECE PORQUE PASSAMOS MUITO TEMPO OLHANDO PARA TRÁS.
ISSO ACONTECE PORQUE PASSAMOS MUITO TEMPO OLHANDO PARA TRÁS.
sábado, 24 de agosto de 2013
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