domingo, 1 de junho de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
O NOVO MACHO DA MARILU (final)
Ele acordou somente no dia seguinte, amarrado e nu, deitado na cama.
Quando conseguiu se dar conta do que estava acontecendo, deparou-se com Marilu
completamente vestida e pronta para ir trabalhar. Nos olhos dela uma expressão
maquiavélica.
− E então, meu querido? Como você está se sentindo?
Ainda meio tonto, Vlad perguntou:
− O que está acontecendo? Por que você me amarrou?
Ele tentou se soltar, mas suas mãos estavam presas na guarda da cama.
Os pés estavam juntos, presos bem fortes um contra o outro. Antes de Marilu
responder, já sabia a resposta.
− Você me colocou vários chifres. Pensa que não sei que está me
traindo, seu cachorro vadio?
− Eu traindo você, meu amorzinho? – Vlad ficou pálido. – Mas eu amo você.
Imagine, isto não existe.
− Não me minta – a voz dela estava fria e cortante. Vlad sentiu medo. –
Você trepou com alguma vadia ontem e no seu celular há outras mensagens de
mulheres. Quem você pensa que é?
− Isto não é verdade, meu anjo. Eu? Trair quem amo?
Ela se aproximou e falou bem junto ao rosto dele:
− Você terá um castigo a sua altura.
Vlad ficou gelado e arrepiado de terror. Marilu era um mulher
vingativa. Sabe-se lá o que poderia fazer contra ele. Somente esperava que sua
morte fosse indolor.
Só que não. Logo surgiu nas mãos de Marilu uma tesoura enorme, lâminas
brilhantes e afiadas. Vlad nunca havia visto uma tesoura tão grande.
− Se for para enfiar no meu coração – pediu ele, − faça isto logo. Sem
sofrimento, por favor.
Marilu soltou uma risada digna de uma bruxa. O som do riso dela ecoou
pelo quarto e pelos ouvidos do Vlad. O pânico, aos poucos, se instalava dentro
dele.
− Coração? Eu vou preservar seu coraçãozinho. Mas não as suas bolas.
− O quê? – berrou ele, agora totalmente branco.
− Você tem duas opções. Posso arrancar fora seu saco ou o pau. Ou os
dois, caso me dê na telha. O que você prefere?
− Amorzinho… balbuciou ele, tremendo sem parar. – Vamos sentar e
conversar. Isto não pode estar acontecendo. Deixe que eu me explique.
− Não tem explicação. Tratei você a pão de ló e o que eu recebi em
troca? Chifres bem colocados. Não. Você terá o que merece.
Vlad sentiu a lâmina afiada da tesoura passar pelo caralho e pelas
bolas. Sentiu que a qualquer momento ela cumpriria a promessa. Ela riu,
debochada.
− Vou adorar ver você se esvaindo em sangue.
− Mas meu amor, pense bem... Você será presa. Passará o resto da sua
vida na cadeia.
− Não me importa! – Marilu estava possessa. – Você terá o que merece. E
vou cortar seu pau bem devagar. Ou você prefere que sejam as bolas?
Sem poder mais se controlar, Vlad começou a chorar. Puxa, que mundo
cruel. Só trepara sem compromisso com algumas putinhas e nada mais.
− Está arrependido de ter saído com suas vadias, meu amor? Agora é
tarde.
Marilu o amordaçou com um pedaço de pano, deixou a tesoura em cima da
penteadeira e pegou a bolsa. Avisou:
− Você terá o dia todo pra pensar na cagada que fez. Vou fazer o servicinho
quando eu voltar à noite.
Dizendo isto, ela o beijou na boca e saiu. Vlad ouviu a porta da rua
bater e respirou um pouco mais aliviado. Teria algumas horas para tentar fazer
alguma coisa. Nem que fosse esperar a morte chegar.
Vlad recuperou suas forças apenas 1 hora depois de Marilu ter saído. O
pano na boca se soltou um pouco e ele percebeu que poderia gritar e quem sabe,
ser ouvido. Foi o que ele fez.
− Socorro!
No começo sua voz saiu um pouco trêmula devido ao medo. Mas aquilo não
o deteve. O medo de morrer castrado era muito pior. Tentou outra vez:
− Socorro! Estou preso!
Sabia que as paredes do apartamento de Marilu não eram muito grossas.
Com as mãos próximas à parede, ele bateu com a força que tinha para tentar
chamar a atenção do vizinho do lado.
− Alguém me tire daqui! Aqui! Aqui ao lado!
O pano da boca cedeu um pouco e a voz saiu com mais força. Vlad se
debateu, puxando as mãos e com isto a guarda da cama também batia na parede. A
cama rangeu. Ele gritou mais algumas dezenas de vezes até que se sentiu
esgotado. Fechou os olhos e deu um tempo pra recuperar suas forças.
De repente ele escutou um barulho na porta e gelou. Oh, meu Deus, a
louca estava voltando. Um estrondo pôs a porta abaixo e vozes se fizeram ouvir
na sala. Vlad chorou. Estavam vindo lhe salvar.
− Aqui, aqui!
Em segundos o zelador e o síndico entraram no quarto e se depararam com
aquela cena inusitada. Um negão forte, bem dotado, amarrado e nu em cima da
cama. Era para rir ou para chorar? Na dúvida, Vlad logo foi solto. Enquanto se
vestia, atrapalhadamente, ele implorou:
− Alguém tem um celular aí? A Marilu quer me castrar.
Os homens só faltaram rolar no chão de tanto rir.
Marilu estava comodamente sentada na sua cadeira, analisando um
relatório. Marcia e Andrea se cutucaram. O comportamento dela estava muito
estranho.
− Qual o motivo daquele sorrisinho? – perguntou Andrea.
− Acho que ela está aprontando alguma.
− Mas pra quem?
− Ora, pro Vlad. Vai ver que ela já descobriu as putarias dele.
− Será? Coitado.
Um movimento na porta fez todo o escritório parar. Agentes da polícia
entraram com um papel na mão. Marilu, ao vê-los, se engasgou com o café. Ela
levantou-se bruscamente e a cadeira caiu para trás.
− Marilu da Silva? Quem é?
Todos olharam para Marilu. Ela olhou para janela.
Um dos agentes se aproximou dela com passos firmes.
− A senhora está presa por tentativa de assassinato de Vladerson dos
Santos.
A única coisa que se escutou no escritório foi um imenso “oh”.
O NOVO MACHO DA MARILU (parte 6)
− Que cheiro de buceta.
− Oi?
Marilu recém tinha entrado no carro e dava o veredicto. Vlad ainda
tinha se preocupado em perfumar o ar para tirar qualquer possível cheiro de
sexo. Mas, pelo visto, não deu certo.
− Que buceta, meu amor? A única bucetinha que entra aqui é a sua.
− A minha não fede – rugiu ela.
Vlad se inclinou e beijou a boca da namorada. Outro erro.
− Adoro ver você brabinha.
− Sua boca está com bafo de buceta.
Ele não queria escândalo. Não era assim que pretendia acabar com o
relacionamento. Pegou uma garrafinha de água e declarou:
− Foi a maldita cebola que comi no almoço. Puta que pariu, até agora
com bafo ninguém aguenta. Desculpe, meu amor.
Marilu o olhou de lado. Ali tinha coisa. E ela iria descobrir.
Os dois foram para casa da Marilu. Ele deu uma desculpa e se enfiou
logo debaixo do chuveiro para tirar todo o cheiro de sexo impregnado no corpo.
Enquanto isto, lá fora, Marilu estava cheia de planos.
E muito furiosa.
Pegou o celular que estava dentro do bolso da calça dele e começou a
procurar mensagens de outras mulheres. Já havia reparado que o Vlad andava meio
estranho, meio arisco. Não negava fogo, mas de uns tempos para cá andava meio
distante no sexo. Só podia ter alguma puta no meio.
E lá estava. Pelo menos umas cinco mensagens de vadias, combinando
encontros, elogiando seus atributos, chamando-o de “amorzinho”. Marilu sentiu
seus chifres alcançarem o teto. Ah, desgraçado! Depois de sustentá-lo durante
meses era assim que ele retribuía? Grande filho da puta.
O castigo viria a galope.
Marilu agiu naturalmente a noite inteira. Preparou um prato especial
com vinho e à luz de velas. Tudo sugeria que Marilu pretendia ter uma noite pra
lá de romântica e selvagem, para terror de Vlad. Exausto, ele sabia que não
teria condições de encarar uma trepada forte com a Marilu. E para piorar, nem
tesão sentia mais. E agora como faria para sair desta roubada?
Ele comeu e bebeu com vontade, tentando desesperadamente recuperar suas
energias. Sabe-se lá o que viria pela frente. Mal escutava os miados dela e
algumas vezes segurava as mãos da Marilu pra disfarçar. Aos poucos os olhos
dele começaram a ficar pesados e Vlad passou a vê-la voando na sua frente. Ele
mal entendia o que a namorada falava e quando tentou pronunciar alguma palavra,
a língua se enrolou. Foi então que se deu conta que a desgraçada o havia
dopado.
Não houve tempo para desespero da sua parte. No momento seguinte Vlad
já estava desmaiado, com o rosto enfiado dentro do prato de comida.
O NOVO MACHO DA MARILU (parte 5)
Vlad logo começou a se sentir controlado pela autoritária Marilu. Eles
já estavam há três meses juntos e ultimamente, além de irritado, Vlad estava
exaurido. Marilu queria sexo de manhã cedo e de noite. Só não transavam de dia
porque ela trabalhava. Mas nos finais de semana, era direto.
A gota d’água foi quando no auge da transa, em um domingo, Vlad sentiu
o dedo da Marilu entrando direto no seu rabo. A desgraçada enterrou bem fundo
não apenas um dedo, mas cinco. Ele deu
um berro, os olhos arregalados de susto.
− Tira a mão daí, sua louca! – e Vlad retorceu a bunda para tentar se
soltar.
Marilu riu.
− Eu sabia que você iria gostar – e cravou mais fundo.
Vlad podia ser ouvido da portaria do prédio.
− Você está me estuprando, vadia!
Ela socou mais e mais. Por fim, Vlad se contorceu e gozou. Ficou
prostrado deitado na cama enquanto Marilu fumava um cigarro olhando para o seu
nego. Isto tudo é meu, pensou ela.
− O que achou?
− Péssimo.
− Mas você gozou.
− Contra a minha vontade.
Ele ainda sentia os dedos da Marilu enfiados na sua bunda e aquela não
era uma sensação muito boa. Não podia acreditar que tinha sido vítima de um fio
terra e o que era pior, gozado. Sentiu as mãos dela na sua bunda outra vez.
Não, ela não faria tudo de novo.
Mas desta vez foi pior. Marilu estava terrível naquele dia. Vlad
novamente foi currado, agora com um vibrador grosso que teimava em não sair do
seu cu. Ele urrou, pedindo para tirar, mas no fundo ele estava começando a
gostar. Começou a mexer a bunda descontroladamente. Queria mais. Muito mais. Só
esperava que ela não contasse aquilo pra ninguém.
− Fica de quatro, meu amor.
Ele ficou. Abriu bem a bunda para sentir o vibrador entrando e saindo
da sua bunda, sem perdão. Vlad rebolou, mexeu, levou tapinha. Marilu era o
macho aquele dia e ele estava adorando.
Então ele gozou como nunca havia gozado na vida. Por via das dúvidas,
deitou virado de barriga para cima. Mas estava furioso. Nem queria olhar para a
cara dela.
− Nunca vi você gozar assim. Viu como é bom dar o cu?
− Primeira e última vez, entendeu? Pode jogar fora este vibrador.
− É o que você diz – sussurrou ela no ouvido do Vlad. – Vamos ter um
repeteco em breve.
O repeteco não ouve porque Vlad aproveitou para dar um fim no vibrador
quando a Marilu estava no banho. E depois daquele semi estupro, ele decidiu:
iria cair fora.
Só não sabia como faria para se livrar daquela mala sem que ela fizesse
escândalo.
− Não! – Andrea segurou a mão do amigo. – Não faça isto com a gente.
Marcia quase se engasgou com a cerveja. Eles estavam em um barzinho, em
pleno happy hour. Marilu estava visitando a mãe e Vlad estava muito feliz
aproveitando sua folga.
− Não aguento mais aquela mulher. Ela é muito chata. Não me deixa em
paz. Morre de ciúme até quando eu peido.
− Mas e nós? Como vamos ficar? – perguntou Andrea. – Ela melhorou 100%
depois que vocês começaram a andar juntos.
− O problema é de vocês. Tô
fora.
− Vai deixar a vida boa pra trás? – Marcia estava indignada.
− Vida boa? Ser motorista, não ter vida própria, é vida boa para você?
Agora eu estou aqui no bar, esperando que a madame me ligue para que eu vá
buscá-la. Só falta ela me chamar de Jarbas.
− E o conforto? Roupas boas? Comida cara?
Vlad nem olhava mais para as meninas. Uma loirinha de uns 20 aninhos
piscava para ele do outro lado do bar. E ele não perdeu tempo. Ante os olhares
surpresos de Marcia e Andrea, ele se levantou decidido e de pau duro,
atravessou o bar e começou a xavecar a garota.
Em cinco minutos estavam no carro da Marilu.
A bucetinha loira da moça era apertadinha e quente. Que Marilu o quê!
Ele queria era um rabo novo como aquele. Os vidros escuros do carrão da véia eram
perfeitos para uma trepadinha rápida e básica. Vlad fez a garota sentar em cima
do pauzão dele e gostou de ver a carinha da puta.
− Senta, vadia. Senta. Nunca sentiu um caralho destes na buceta?
− Ai, ai… − fez ela, quase chorando.
Vlad puxou a loira mais pra baixo, sentindo a buceta quente engolindo o
pau. Ele estava excitado. A putinha era muito apertadinha. Procurou com um dedo
o cu dela. Mais fechadinho ainda.
Aquela altura a vaca já tinha se arrependido de ter dado bola pro Vlad.
Nunca pegara um cara daquele tamanho. Bem que disseram que todos os negos eram
bem dotados, mas nunca imaginara tanto. O caralho dele arrombava sua buceta sem
dó nem piedade. Pior era o dedo no cu. Ele começou a se mexer cada vez mais
forte, puxando a loira pra baixo. Os berros dos dois começaram a se tornar mais
intensos.
− Não goza dentro – gemeu ela. – Estou no meu período fértil.
Puta, disse ele entredentes. Agora é que ela dizia?
Ele arrancou o pau e a porra voou para tudo que era lado. Na cara da
vadia, no teto do carro, no painel. De propósito, como castigo para deixar de
ser fresca, Vlad obrigou a garota a lamber toda a porra. Quando o telefone
tocou e Marilu avisou que sim, estava pronta para ser buscada, a loira vomitava
do lado do carro.
Depois de conferir que ela não tinha emporcalhado nada, Vlad arrancou
com o carro dizendo para si mesmo:
− Estou na pista, putas.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
O NOVO MACHO DA MARILU (Cap. 4)
Dali para frente a vida de Marilu mudou. E também a do Vlad, da Andrea
e da Marcia. As duas últimas comemoravam o novo humor da colega. Leve, risonha,
de bem com a vida. Assim era Marilu era Vlad. Depois da trepada no banheiro,
Vlad não perdeu tempo e aceitou o convite da sua nova namorada. Se mudou de
mala e cuia para o amplo apartamento dela, com a condição de que fizessem sexo
todas as noites. Marilu simplesmente não podia viver sem o pau do namorado. O
sexo rolava na cozinha, no banheiro, nas escadas de serviço do prédio. Vlad até
que estava gostando da situação. A véia fazia de tudo e ainda deixava ele
dirigir o carro dela. Ok, ele se prestava para ser o motorista dela, mas onde
conseguiria arrumar casa, comida e roupa lavada? Ah, e muito sexo?
Um dia Vlad apareceu no escritório para buscar a Marilu para o almoço e
causou sensação. Ele estava vestido com calça social, camisa branca e sapatos
italianos. Márcia e Andrea se cutucaram. A Marilu era trouxa mesmo. Esperto era
ele que estava aproveitando a situação e até estava falando melhor o português,
colocando o “s” no final das frases e tentando conjugar os verbos corretamente.
Uma mudança e tanto para quem só pensava em pegar as menininhas e ir pro
pagode.
Quando a Marilu viu aquele deus grego negro entrando no escritório
abriu as pernas e se abanou, discretamente, por debaixo da mesa. Aquilo que era
homem e não aqueles projetos de macho que namorara em tempos idos. Nenhum
jamais iria superar o Vlad no quesito “foda”. Ele simplesmente desbancava
qualquer ator pornô de sucesso.
Vlad, sabendo do furor que estava causando, atravessou lentamente o
escritório até chegar à mesa da namorada. Marilu, corada de tesão, disfarçou
seu tesão do jeito que pôde. Sabia que todas as suas colegas e mais o chefe
estavam de olho no casal. Imagine, aquelas bruxas das suas colegas deviam estar
rogando todas as pragas para cima dela. Mas nunca, nunca mesmo, Marilu deixaria
seu amor negro bater asas.
− Oi amor – miou ela, olhando apaixonadamente para o Vlad. – Eu estava
morrendo de saudade de você.
Ele pegou a mão dela e a beijou. Marilu sentiu a buceta incendiar.
− Eu também, meu anjo. Nem parece que trepamos hoje logo cedo – e
baixando mais ainda a voz, ele confessou. – Estou louco de vontade de meter na
sua xerequinha.
Marilu se contorceu na cadeira. Aquilo era demais. Vlad estava
brincando com o perigo. Seria eternamente agradecida a Marcia e Andrea por um
dia a terem convidado para irem na churrascada.
− Vamos pro banheiro do escritório – sugeriu ela, cheia de malícia.
A ousadia foi tanta que até o Vlad se espantou.
− Como assim? Tem gente aqui.
− E daí? Vamos. Fica lá nos fundos. Eu vou depois. Vá você agora. Como
na nossa primeira vez.
− Tá bom – concordou ele, achando que daquela vez Marilu estava
realmente exagerando.
Sem olhar para os lados por realmente estar se sentindo constrangido,
Vlad se encaminhou para o banheiro. O pau começou a latejar quando ele se
trancou lá dentro, esperando a namorada chegar.
Mas não é que ela era pirada mesmo? E se o chefe descobrisse? Podia
demiti-la na hora e por justa causa. Onde acharia outra para bancá-lo? Nunca
mais!
De qualquer forma, esta preocupação não foi o bastante para que ele
brochasse. Até porque não deu tempo. Em segundos, Marilu já estava dentro do
minúsculo banheiro onde mal cabiam os dois.
− Senta no vaso e eu monto você. Nunca fui comida por nenhum homem com
calçados italianos!
Vlad fez o que Marilu pediu, mas mal podia esticar as pernas. Já ela
sentou de costas para ele, roçando a bunda gorda quase no seu rosto quando
encaixou a buceta direto no pau. Ele suspirou. Não é que a vadia já estava toda
molhadinha?
Sabendo que não tinham muito tempo, Marilu começou a cavalgar
ensandecidamente o Vlad. O pauzão do namorado entrou e saiu, entrou e saiu e
Marilu queria muito, mas muito gozar ali, no banheiro do escritório. Quando
tinha uma fixação pelo chefe, há tempos atrás, fantasiou que transaria com ele
naquele lugar, enquanto os colegas continuavam trabalhando. Só que agora era
muito, mas muito melhor. Vlad era tudo de bom com seu caralho 22 centímetros de
puro tesão e loucura total.
Lá fora Andrea tentava se concentrar no trabalho. Precisava conferir
umas contas, mas os gemidos da colega lá no banheiro não a deixavam que se
concentrasse. Olhou para Marcia. Ela também estava tensa. O cesto de lixo já
estava cheio. A trepada não permitia que ela acertasse nada. O chefe começou a
caminhar de um lado para o outro, incomodado. A colega crente pegou a bolsa e
avisou que estava saindo para o almoço.
Depois de um “ah........” profundo e em alto e bom som, tudo acabou. O
escritório voltou a ficar silencioso. Pedrinho, o estagiário, não se controlou
e bateu palmas.
− Uhu! – fez ele, para silenciar em seguida.
Dois minutos depois Marilu saiu puxando o Vlad pelas mãos, ambos
impecavelmente vestido e sem um fio de cabelo fora do lugar. Ela pegou a bolsa,
deu “bom dia, até mais” e foi almoçar.
Ou trepar. O fogo daquela mulher não tinha fim.
domingo, 13 de abril de 2014
FACEBOOK, MINHA VIDA
Adoro postar tudo o que faço nas redes sociais. Posto sempre minha felicidade, meu emprego maravilhoso, minhas fotos com meu companheiro que me adora. Compartilho mensagens de alto astral, cachorrinhos e gatinhos. Não tenho amiga feia no Face. Todas são lindas. Minha vida é cor de rosa virtualmente falando.
Dia 1
Compartilhei minhas fotos com o
Marcelo da nossa temporada na praia. Fiz tudo parecer que nossos dias foram
perfeitos. Eu sempre sorrindo, ele me abraçando. Selfies mil, poses sexies de biquíni.
Evidente que não contei para ninguém que meu casamento com o Marcelo está pela
bola sete. Minha vida é um comercial de margarina.
Dia 2
Adoro meu trabalho! Foi isto que
postei depois de discutir com meu chefe. Para falar a verdade, estou começando
a odiar aquele lugar. Acho que sempre detestei todo mundo lá no escritório. Mas
como são pessoas falsas que te abraçam e quando você se vira, eles te
esfaqueiam, resolvi entrar no jogo. Vivo postando fotos com meus colegas, desde
a senhora da limpeza até o porteiro. Estes últimos, aliás, são quem realmente
importam para mim.
Dia 3
Odeio cachorro. Gatos, então… Porém, todo mundo sabe que é politicamente incorreto falar mal de pets. Então eu vivo postando fotos de
gatinhos branquinhos mimosos e cachorrinhos alegres. Um dia quiseram até me dar
um filhote de poodle. Recusei. Menti que meu marido tem rinite. Deus me livre
estes bichos na minha casa limpinha.
Dia 4
Hoje acordei inspirada a
compartilhar fotos tipo “eu amo minha família”, “minha mãe, minha vida”, “saudades
do meu pai”. Bem, vamos por partes. Meus irmãos mal falam comigo, preocupados
com suas próprias vidas. Minha mãe é legal, mas ela se mete até hoje em tudo o
que eu faço. Até evito falar muito seguido com ela, nem telefono mais. E meu
pai… este morreu faz tempo e não me faz falta nenhuma.
Dia 5
Amigos! Eu amo meus amigos.
Tenho, realmente, umas 3 ou 4 amigas de fé. Porém, como a gente tem pouco
tempo, quase não nos vemos. Já meu Facebook tem uma quantidade enorme de gente,
que saiu não sei de onde. 90% são pessoas que eu nunca vi.
Dia 6
Ui, bebês! Adoro! Adoro bem longe
de mim. Mas eu não posso simplesmente dizer isto em pleno Face, né? Ainda mais
que um monte de mamães vive postando fotos com seus filhotes e outras coisas do
tipo “Filhos, carteira vazia e coração cheio.” Absurdo! Imagine eu deixando de
comprar meus sapatos e bolsas para comprar fraldas descartáveis? Só que não!
Dia 7
Meu casamento já era. O Marcelo
me disse ontem à noite que está com outra mulher, pegou as coisas e foi embora.
Eu fiquei sentada na frente do Face, tentando imaginar o que podia escrever,
enquanto chorava que nem uma louca. Para manter as aparências, coloquei no meu
status: Maria Fernanda está se sentindo muito animada.
Animada com o quê? Mas minha vida
é ótima, entenderam?
Dia 8
Me acordei com uma puta dor de
cabeça. A primeira coisa que pensei foi que precisava mudar meu status de
relacionamento. Além de trocar para “solteira” e receber comentários, sugestões
e pedidos de namoro, ainda coloquei “Maria Fernanda está se sentindo muito
feliz.” Mais tarde minha mãe ligou agradecendo por ter sabido pela internet que
a filha estava separada. Respondi que na minha próxima separação ela seria informada através
de um out door.
Dia 9
“Maria Fernanda está na área.”
Centenas de curtidas. Para mostrar como eu estava bem e minha vida transcorria
100% feliz, postei minhas fotos de biquíni, bronzeada, loira e linda. Rezava
para que o Marcelo estivesse vendo os comentários tipo linda, é pra casar, maravilhosa, gostosa. Eu precisava ler tudo
aquilo para não entrar em deprê de vez.
Dia 10
Meu computador pifou. Não tem uma lan house perto de casa. É fim de
semana e minha vida está completamente vazia. Nem para fuxicar na vida do
Marcelo e da sua namorada morena e sem sal eu podia.
Quero minha vida de volta. A
virtual.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
O NOVO MACHO DA MARILU (Cap. 3)
Tudo combinado, Vlad se levantou e saiu. A intenção de Marilu era ficar
uns 5 minutos por ali e sair à francesa. Porém, a necessidade era tanta que 30
segundos depois ela se levantou atrapalhadamente e foi atrás.
Assistindo a tudo de longe, Andrea cutucou Marcia e sussurrou:
− Vlad vai cometer o crime agora.
− Há quanto tempo será que ela não trepa?
− Talvez uns 15 anos.
− Pobre do Vlad.
O rapaz esperava Marilu no banheiro, mas não esperava que ela viesse
tão rápido. Não havia passado sequer um minuto e a coroa entrou banheiro adentro,
esfomeada, como se não visse um pau há anos.
− Vlad, oh, Vlad meu
amor…
− Calminha aí, Marilu. Ei, me deixa tirar as calças primeiro.
Marilu já estava de joelhos na frente dele, tentando abrir o fecho das
calças com os dentes. Com um pontapé, Vlad fechou a porta e conseguiu
trancá-la. Pela primeira vez na vida percebeu que estava perdendo o controle da
situação.
Finalmente, em meio a toda sua falta de prática, Marilu pôde abocanhar
o pau de 22 centímetros do Vlad. Ele estava ereto e saltou para fora das cuecas
como se tivesse vida própria. Só faltava falar, concluiu Marilu passando a
língua em todo o comprimento da piroca, relembrando seus velhos e bons tempos.
Vlad fechou os olhos. Não é que a coroa tinha jeito pra coisa?
Da piroca, Marilu passou para as bolas, dando várias sugadas com toda
força, fazendo o rapaz gemer, encostado na parede. Mas quando ela tentou fazer
o fio terra, Vlad protestou:
− Ei, aí não, Marilu!
− Humm, só um pouquinho… todos gostam.
Ele grudou a bunda na parede sentindo o dedo invasor muito perto do cu.
E se gostasse? Não, de jeito nenhum.
− Não. Não, mesmo. Tira o dedo daí.
Contra a vontade, Marilu fez o que ele queria, embora estivesse louca
de vontade de experimentar aquele cuzinho apertadinho. Bem, não faltariam
oportunidades. Ela voltou sua atenção para o pau, preto e duro, pedindo para
ser chupado. E foi o que Marilu fez. Abriu bem a boca para acomodar aquela
delícia e chupou o Vlad até que ambos ficassem sem fôlego.
Vlad estava surpreso. Agradavelmente surpreso. Sem querer, Andrea e
Marcia lhe haviam dado um presente. E aí que ela não fosse seu tipo? O
importante é que fodia bem pacas, melhor que estas menininhas que pegava por aí
e pensavam ser conhecedoras do assunto. Que nada! Marilu era expert e tinha
grana! Perfeito.
Antes que gozasse na boca da Marilu, Vlad a afastou do seu pau e disse,
arfante:
− Agora vou comer seu cu, vadia.
A conversa era sussurrada. Os dois torciam para que nenhum dos
convidados tivesse vontade de ir ao banheiro naquele momento e nos próximos.
− Come bem gostosinho, meu cavalo gostoso – gemeu ela, ficando de
quatro e abrindo bem o rabinho pro cara.
Oba, disse Vlad para si mesmo, ela gostava de dar o cu. Sem perder
tempo, Vlad mirou a bunda da Marilu e meteu o cacete rasgando, sem cuspe. Ela
gritou abafado, batendo com os punhos das mãos no chão até ficarem roxas. A
sensação daquele pauzão lhe invadindo era algo inacreditável. Ninguém jamais
lhe fodera daquele jeito, tão gostoso, tão completo. O Vlad gozou no rabo dela
ao mesmo tempo em que Marilu chegava a um orgasmo violento. Ele caiu por cima
dela, cobrindo-a toda, satisfeito, a porra escorrendo pelas pernas e do rabo da
Marilu.
Alguém tentou entrar no banheiro. Marilu berrou:
− Está ocupado.
E em tom mais baixo, ela disse:
− Meu cu também.
...continua...
domingo, 6 de abril de 2014
O NOVO MACHO DA MARILU (Cap. 2)
Quarta-feira. Marilu estava no meio de uma pilha de papeis,
esbravejando com o estagiário. Andrea chegou de mansinho e perguntou, bem
docinha:
− Lulu, o que você vai fazer esta noite?
Dois pares de olhos fuzilaram Andrea. Como ela ousava fazer uma
pergunta daquelas?
− Tomar chá, ver novela e ir dormir. Você pensa que eu levo esta vida
louca de vocês, que passam a noite em festas e vem para o trabalho bocejando e
dormindo nas mesas? Ora esta!
− Quer ir a uma churrascada? Com pagode e tudo.
Marilu estava pronta para dar uma resposta mais desaforada ainda, mas
foi pega de surpresa com o convite.
- Churrascada? De quem?
- Lá em casa. Na verdade é aniversário do meu irmão. Vamos?
Marcia se meteu na conversa.
- Vamos, sim , Lulu. Sabe, acho que você precisa se distrair.
Marilu parecia em dúvida.
- Homens. Meu irmão tem vários amigos interessantes.
A dúvida se foi.
- Qual é seu endereço?
Marilu e Marcia chegaram juntas. A churrascada corria solta. Como
Andrea tinha dito, havia vários homens. Aliás, mais homens que mulheres. Imediatamente
um calorão subiu pelos pés de Marilu, passou pelas canelas, joelhos, coxas e se
instalou com força na xereca. Fazia tempo, inclusive, que Marilu não sentia
calor naquelas partes.
De longe Vlad observou a cena e fez sua análise: mulher madura, quase
50 anos, um pouco acima do peso, cabelos oxigenados, peito bem seguro pelo
sutiã, um pouco insegura. Mas comível. Ele havia visto o carro da Marilu quando
elas estacionaram na frente da casa da Andrea. Um belo carro. Já se imaginou
dando algumas voltas com ele, azarando as garotinhas.
Andrea chegou por trás dele e cochichou:
- Vem comigo. Vou apresentar vocês dois.
Naquele instante Marilu cumprimentava as pessoas com um aceno de cabeça
tímido. Nossa, mas quanto homem junto! Nem quando era mais nova estivera no
meio de tantos espécimes belos, fortes e tatuados. Será que teria chance com
algum?
- Oi, Lulu! Que honra ter a minha colega mais competente aqui em casa!
Marilu se voltou para falar com Andrea e sua vida, repentinamente,
ficou mais colorida. Ela não enxergou a amiga. Atrás dela, emparelhando uma
fileira de dentes branquinhos e perfeitos, estava o negro mais lindo que ela já
vira na vida. Camisa amarela, calças jeans justa. O volume no meio das pernas
parecia promissor.
De novo o calorão. Desta vez mais intenso. Lá no fundo da sua mente
escutou a voz da Andrea:
- Marilu, este é o Vlad. Vlad, a Marilu.
Vlad, do alto dos seus 1,90 de altura se curvou um pouco para
cumprimentar Marilu. Cavalheiro, ele segurou a mão dela e a beijou suavemente.
A xereca pegou fogo quando sentiu os lábios dele na sua pele.
- Encantado, Mari. Posso lhe chamar de Mari, não é?
A voz... Aveludada, quente, perfeita. Marilu tinha uma vaga noção de
que estava em uma churrascada. O resto do mundo já tinha deixado de existir.
- Uau... claro. Me chame do que você quiser.
Puta, cachorra, ordinária. É assim que eu gosto de ser chamada.
Andréa segurou o riso e Marcia se afastou para poder gargalhar mais à
vontade. Não é que o plano tinha tudo para dar certo?
- Posso pegar uma cervejinha para você – sugeriu ele, cheio de convites
na voz.
Marilu odiava álcool.
- Ah… um pouquinho só.
Quando ela se deu conta, estava sentada com ele em uma das mesas mais
afastadas. O pagode estava animado, porém nenhum dos dois escutava o som. Vlad
sabia estar sendo alvo de todos os olhares. Afinal, ninguém sabia do plano.
Tinha certeza que mais tarde seria inquirido sem perdão por estar dando em cima
de uma coroa. Mas o que importava? Ela tinha grana e ele queria se dar bem.
Pelos olhares que Marilu lhe lançava, era óbvio que a mulher precisava
urgentemente ser fodida. Em suma, todos sairiam ganhando.
Uma hora depois, a interação já era total. Marilu estava um pouco alta
por causa da cerveja e Vlad não parava de cochichar no ouvido dela. As
calcinhas, encharcadas. E ela não conseguia tirar os olhos do pau do Vlad. Ah,
como gostaria de abocanhar seu equipamento todo!
- O que foi? – perguntou ele rindo. A véia tava no papo.
- Nada – respondeu Marilu, envergonhada.
- Ah, fala… me conta.
- Você me parece ser bem dotado. Pronto falei.
Vlad riu.
- Quer ver?
A pergunta pegou Marilu de surpresa. Apesar de estar explodindo, queria
mostrar que não era mulher que ía pra cama no primeiro encontro ou seja lá o
que for que aquilo era.
- Ver?
- Meu pau. 22 centímetros só para o seu prazer.
- Humm... só ver então.
- Claro. Só ver.
- Bom… Onde eu posso…
- Ver meu pau? Simples. Eu vou até o banheiro lá dentro. Você disfarça
e vem depois.
...continua...
quinta-feira, 3 de abril de 2014
O NOVO MACHO DA MARILU (Cap. 1)
Sexta-feira. O final de semana se aproximava e novamente Marilu iria
passar o final de semana sozinha. Ao seu lado, Marcia e Andrea, suas colegas de
escritório, combinavam as baladas. Barzinhos, azaração, homens.
Que raivaaa!
− Calem a boca vocês duas! Não consigo terminar a porra da
contabilidade!
Silêncio. Na sala só trabalhavam as três. Nenhuma delas suportava mais
as grosserias da Marilu. A cada dia a colega estava pior, causando
constrangimentos até mesmo com o chefe. Furiosa, Marilu jogou o relatório em
cima da mesa e anunciou:
− Vou tomar um café. E se continuarem tagarelando como duas periquitas,
quem vai terminar a conferência são vocês! Entenderam bem? Vocês!
Marilu saiu batendo a porta. Marcia e Andrea se entreolharam.
− Você entende alguma coisa de contabilidade? – perguntou Marcia.
− Tanto quanto você.
− Sabe do que a Marilu precisa? Um pau. De 20 centímetros pra fora.
− O Vlad! – exclamou Andrea!
− O que tem ele?
− Vamos apresentá-lo para ela.
A conversa estava sendo aos sussurros. Marcia retrucou:
− Você ficou louca? A Marilu não faz o tipo do Vlad. Ele gosta de
galetinho.
Andrea riu irônica:
− Mas a Marilu tem casa própria, carro e é independente
financeiramente. O Vlad, duro como sempre foi, não teria nada a perder, não é?
− Você acha?
− Tenho certeza. Eles podem dar certo.
− Não foi isto que eu perguntei. Você acha… que ele tem mais de 20
centímetros?
− Com certeza! Você já viu o volume das calças?
− E se for uma bola de meia?
− Aí o problema é dela. A esta altura, amiga, o importante é que a
gente consiga um macho pra Marilu, por que do jeito que está, eu não resisto
mais um dia aqui neste escritório.
Uma voz trovejou da porta:
− Estão falando de mim?
Marilu. Agarrada em uma xícara de café, encarava as duas colegas com os
olhos chispando de raiva. Andrea lhe enviou um sorriso, muito amistosa.
− Ai, amiga... Estávamos falando que o escritório precisa muito de
você.
A mulher entrou sala adentro, sentou-se na cadeira e quase derrubou a
xícara.
− Claro! Sou que faço tudo aqui! Sem mim o escritório fecha!
Marcia murmurou:
− Ô...
*
− Não.
Em uma roda de bar estavam reunidos Vlad, Andrea e Marcia. Segurando
uma latinha de cerveja, era a 10ª vez que o rapaz rejeitava a proposta das
amigas.
− Por favor, Vlad. Não temos mais ninguém a recorrer – implorou Andrea.
– A Marilu precisa de um macho. Um macho como você para satisfazê-la. Só assim
ela sossega.
− Pede para o seu irmão. Seu irmão tem pau, não tem?
− É que a gente acha que a Marilu gosta de negão.
− Eu não curto mulher mais velha que eu.
− Nem se ela tiver grana?
Vlad tomou um gole grande da latinha e encarou as amigas já com outros
olhos.
− Aí a coisa muda de figura. Grana como?
Andrea respondeu:
− Casa própria, carro do ano, estabilidade financeira. E carente. Se
ela se encantar, você vai estar com a vida feita.
− Bom… − Vlad esticou as pernas e se espreguiçou. – Quando eu começo?
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